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sábado, fevereiro 6, 2010

Correspondência Empresarial


Sim! Eu quero receber o convite legal em 12 parcelas sem juros, recebendo grátis um porta copos personalizado feito com um disquete de 3,5.
Sei, que ao fornecer meu endereço abdico de todos meus bens ao José Roberto Arruda e que posso cancelar o pedido a qualquer momento desde que a atendente do telemarketing não esteja fazendo as cutículas no momento de minha ligação.
Sim! Entendo perfeitamente que não poderei ir ao evento/festa/lançamento/baile de debutante,
pois estarei com um compromisso inadiável.
Mas desejo o convite mesmo assim.
R.
(se o autor deixar, coloco nomim dele e linque)

***
Prezado Senhor:
Parabéns!
Ao nos fornecer seu endereço residencial, seu CPF, seu RG, seu DNA, o número de todos os seus cartões de crédito, o PIS/PASEP da sra. sua mãe, o manequim da tia Miloca, sua alma e seu primeiro filho homem, o senhor se tornou o mais novo proprietário de uma ZipaMiliFormCharmToastVaporeitor, lançamento exclusivo do seu canal de compras favorito! A ZipaPowerMiliFormCharmToastVaporeitor tem bocais de inox, misturador de cimento, uma tampa transparente que permite visualizar todo o processo, mangueira auto-ajustável, saídas para o vapor, entradas para empregados, engate rápido feito sob medida que permite que você tonifique seus quadris e defina seu abdômen, compartimento incorporado, controle telepático de temperatura, back light para facilitar a visualização durante a noite ou em locais de pouca luminosidade (como por exemplo, a casa da mãe joana), trava de segurança, que só liga o aparelho se a tampa estiver encaixada, coletor de resíduos removíveis para facilitar a limpeza, fecho hermético e válvula especial patenteada que não deixa passar nada, rodas auto-reguláveis, escovas rotativas, tecido ant-aderente e auto-moldante, roldanas que garantem a sua máxima segurança, visor de acrílico, cinco acessórios inclusos para diferentes aplicações, cabo de 14,9 metros de comprimento e acabamento em vridrô fumê e aço escovado.
Nós ainda não sabemos bem para o que serve a ZipaPowerMiliFormCharmToastVaporeitor mas isso é o de menos!
Seu convite para uma ZipaPowerMiliFormCharmToastVaporeitor virá com garantia de 12 dias e meio e nota fiscal em branco para que você preencha como quiser!
Com afeto
Drops Corporeicion



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18:31

 


sexta-feira, fevereiro 5, 2010

Maloca e Telinha, acabo de tomar puxão doreia pelo telefone: Alice reclamou que não estamos escrevendo nada.



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19:36

 



Drops-zão gigantesco

Leitorinhos dropeanos do Rio e de São Paulo, preciso do endereço de vocês. Não, vcs não vão receber propaganda, pedido de doação, pedido pra assinar revista (hahahaha, faz séculos que parei de assinar uma revista semanal, séculos, e eles ainda me mandam cartinhas "Fabia, estamos com saudades!!"), nem nada assim. Vcs vão receber um convite pelo correio, muito, muito, muito, muito legal, uma vez só, sem chatice. E quem não for de São Paulo, mas quiser receber porque de vez em quando dá uns bordejos por aqui, ou pelo Rio, manda endereço também! Quem sabe você num tá facinha no tal dia e eu ainda tenho a sorte de te abraçar?
Mandem endereço COM CEP, fiotes.
Mandem pra: fal.drops@gmail.com
E ponham ENDEREÇO PARA FAL, ou qualquer coisa assim na linha de assunto, pode ser?

brigada, meus bens.

(ps-muito-importante: não pense que eu tenho seu endereço então "ah, eu não preciso mandar". Sério. Não confie em mim. Mande seu endereço)
*
Caras, o chuvaréu dontem levou a NET e o resto de dignidade que eu tinha. O que foi aquilo?
*
Nada une mais as pessoas que um inimigo em comum. E como as fêmeas caçam juntas, esse é um fenômeno melhor observado em grupos de mulheres, embora seja comum a todos nós. Unir forçar, recursos e estratégia para abater o escolhido da vez é mais velho que o mundo. Quando o escolhido da vez somos nós, não é lá muito divertido o processo, mas ainda assim, do ponto de vista sociológio, interessantíssimo.
*
É oficial. Maliu tem rodinhas nos pés. Vamos aceitar que minha mãe é uma mutante e vamos encarar essa realidade. A pessoa não para em casa, é impressionante, torcida braselera.
*
Aqui? O mesmo nhenhenhem de sempre, trabalho, calor, gatos na revorta, tretas de pai e tale e cousa. Tudo iguar-que-nem. Em frente, marche.

************************************************************************************************************** Coluninhas do Drops

Das páginas de Endrigo e Ava

Das páginas de Endrigo e Ava

*

Sr. T: Requentando as sobras

Quéops

Você chega cansado do trabalho, casa vazia. Armários abertos no quarto, você nem entra para ver o que é. Vai até as panelas sobre o fogão, um resto de ensopadinho, desgosto. Você tira a roupa na sala, banho. Liga a água, fria. Você suspira e entra, pulinhos. No vão do azulejo, você vê um sabonete pequeno. Gravado nele, em baixo relevo, "MOTEL QUÉOPS". Você prende a respiração, você não se lembra de ter ido com ela no motel Quéops. Algo errado, muito errado. Você abre a cortina do box e vai pingando até o quarto. Só então você se dá conta que jamais pisou em nenhum motel chamado Quéops. Neste exato momento, você entende tudo, inclusive a bagunça no quarto, mas já é tarde e não adianta.

Sr. T, o azedinhodoce

*
Criaturas em miniatura: Paquerador

Daltinho sempre foi um grande paquerador. Para Daltinho as coisas funcionam assim: Deus opera, mas só o médico tem diploma. Daltinho acaba de se excitar pensando naquelas cenas dos namorados que se beijam nas escadas rolantes do shopping no meio da tarde. É sempre assim, quando Daltinho não tem nada para fazer ele acaba se excitando. Sempre pensa na namorada no degrau de cima enlaçando o pescoço do namorado um pouco abaixo, ele dizendo: Você deu um passo e eu já não estava a sua altura. Meio da tarde. E é hora de Daltinho abandonar o escritório e se empirulitar em direção ao shopping. Ele tem pressa. Ele tem pressa. Ele tem pressa. O tempo, diz Daltinho, são esses caras que ficam na praia construindo esculturas de areia. Já ele, vocês sabem. Então, quando está muito ocupado, acaba por... bem, vocês sabem. Agora está lá o nosso Daltinho, no shopping, praça de alimentação, só mirando. Pede um café, sorri para a atendente e pensa: As tardes são dos amantes. A moça, linda, traz o café e Daltinho diz: Linda, amo em você tudo o que dói. Linda fica um pouco envergonhada, mas sorri mesmo assim. A frase não é de Daltinho, ele deve tê-la vistouvido em algum filme. Daltinho é o rei das frases colhidas nos filmes. Daltinho sabe como ninguém que não há outro horário para os amantes senão o meio da tarde. O shopping para ele é uma aventura de sessão da tarde. Shopping, segundo Daltinho, é uma aventura bem mais arriscada do que aquelas do Indiana Jones.

Luiz Felipe Leprevost.

*

Nando, o brando: São tantas opções...

Espirituoso: "Porco? Que porco?" Sem graça, depois de tanto tempo. Altivo: "Eu posso explicar tudo!" Não, não, não. Não pode, não quer, não há qualquer necessidade. Além disso, passara muito tempo curvado. Talvez a última expressão de dignidade de um punguista: sair correndo! Bah! Correr como? Com aquelas meias?

Nando

***
Do cafofo:Tu não gostou, não?

Só pra constar: tenho preguiça de quem me implora, como cachorro pidão, por um bocado da minha bondade. Tenho preguiça de quem não lava os cabelos e acha que o simples ato de deixá-los molhados vai resolver o problema. Tenho preguiça de quem aprende instrumentos nos apartamentos ao redor do meu. Tenho preguiça de comer quando não estou com fome, apenas para respeitar o horário. Tenho preguiça de questões religiosas acompanhadas de preconceito, daí minhas macumbas. Tenho preguiça do não e do sim, o talvez é tão mais cômodo. Tenho preguiça do cabelo das gurias da novela das 8. Tenho preguiça do novo, são muitas coisas num tempo muito curto de uma vez só. Tenho preguiça do funk, do barulho, do sertanejo e de gente que acredito nestes três. No mais, a preguiça aumenta com as horas. Cada vez mais.
beijos escandalosos
Du.

***

Carol, a Concursanda de Plantão: Oi?

Ser distraído, desligado, com a cabeça na lua, pensando na morte da bezerra ( como diria minha avó) é um dom. Eu sou do tipo que um dia desses se pendura no cabide e bota a roupa pra dormir. Já cometi várias gafes bravas, mas a melhor de todas é essa aqui que passo a narrar.
Tinha eu 15 anos, quando fui convidada pra minha primeira festa de debutante. Lugar muito chique, todo mundo do colégio, vestido novo e, claro, sapato novo também. Como sempre fui muito moleca, raramente usava sapato fechado... Porém, pra tal festa, não poderia de forma alguma ir de qualquer jeito e lá fui eu acompanhada da mama comprar o famigerado torturador de dedos
Entrei na loja e começa a experimentação: - Isso filha, agora anda pra ver se ficou bom, olha no espelho, coluna reta - eu só queria dar o fora dali!!!! Depois de umas duas horas é dado o veredito: vamos levar esse aqui, só que tá meio apertado - reclamei.
- Não tem problema, diz solícita a vendedora - chegando em casa você passa vela que o couro cede.
- Ué, mas não vai queimar o sapato? - pergunto
- Apagada, meu bem... diz a vendedora mal podendo conter o acesso de riso

Eu posso? A única coisa que me consola é que esse mal é genético... Outro dia saí com a mama ( de novo!) pra ir a farmácia. Chegando lá, ela diz ao balconista:
- Por favor, vocês tem o remédio Comemora?
- Não seria Celebra, senhora?

Ai

Carol

**
Mirela na janela: saída pela direita

E quando a gente quer o exato oposto do que acham que a gente deveria querer? Pior: e quando a gente quer o exato oposto do que todo mundo quer? Com explicar? Ou, ainda, como conseguir?
Eu quero sair. E aqui onde estou, quase ninguém quer ficar - mas ninguém também vai ousar ir embora.
Eu vou. Não sei quando, nem como, mas vou.
Me aguardem aí do lado de fora.

Mirela

*

Codinome Beija Flor: Por favor, não demore

Já faz dias que queria te dizer como me sinto, já faz dias que preciso fazer isso. Justamente hoje, quando nos falamos eu não podia te dizer. Às vezes me sinto bem ... e quase esqueço.
Em outros dias uma dor tão aguda toma conta de mim, que é como se a lembrança estivesse no ar que eu respiro,inundando os meus pulmões e o meu coração, nesses dias não consigo esquecer. É quando eu penso que tudo foi uma grande engano, onde só eu me enganei. Grande engano meu.
Em outros momentos a lucidez me faz entender que tudo acaba e que essa história acabou como todas, que isso é normal e natural ... mas porque dói tanto ? Porque demora tanto prá parar de doer ?
Cansei dessa dor ... cansei de e-mails sem resposta, cansei de perguntas que só eu posso responder mas não tenho capacidade para dar a resposta certa. Cansei de chorar e não resolver nada, cansei de tanta coisa que não me acrescenta. Estou tão cansada de sofrer sozinha, sentir sozinha, estar sozinha e rodeada por tanta gente. Como eu estou ? Você sempre pergunta, eu sempre respondo, mas nem sempre digo a verdade: Estou cansada ... estou esperando essa dor passar ... estou esperando por um novo grande objetivo ... por favor, não demore.

Margot

***

Ana Maria dos Anjos II – o retorno: surtada no sótão PARTE I

“Não é muda a morte. Escuto o canto dos enlutados
selar as rachaduras do silêncio. Escuto seu dulcíssimo
pranto florescer meu silêncio gris.”
(Alejandra Pizarnik)

No princípio era o nada. No fim era o nada, também. Que demônio ou deus tinha inventado que o meio era alguma coisa que não o nada?
Ana Maria dos Anjos, olhando o rebanho de carneiros que pastava lenta e silenciosamente do outro lado da rua, começou a dissolver-se em água, primeiro flutuando, depois ficando encharcada por dentro e por fora, a pele enrugando toda, afundando até que se dissolveu completamente, mas com sua consciência funcionando normalmente. Seja lá o que for normal. Tudo nela se dissolvera, menos sua consciência. Por enquanto, que mais tarde vocês verão até onde chegou.
De um lado da rua onde seu sótão ficava tinha um rebanho de carneiros pastando numa pracinha verde, e do outro uma manada de porcos, todos marrons, diferentes das ovelhas que eram creme clarinho ou brancas. Ana Maria decidiu-se mandar o bebê engatinhando até as ovelhas, e a cadelinha até os porcos.

(continua)

Eloisa

***
Lyrão, o cão: A arte de abanar o rabinho II

De: lyraoocao@abanandoorabinho.com
Para: souseudono@faleoquequeroouvir.com

1) Tudo resolvido com minha conta corrente. Depositei 4.350 contos lá e cobri o enooooormeeee rombo de 3.962 dinheiros. Aff... ninguém merece dever tanto, né?

2) Vim trabalhar com o vestido que você me deu de presente de Natal e meu chefe disse que estou muito gata.
Beijos!!!

De: souseudono@faleoquequeroouvir.com
Para: lyraoocao@abanandoorabinho.com

q otimo neh lyrão, fico feliz por vc
feliz tb pelo elogio, vc ta gata mas eh minha.
bj

De: lyraoocao@abanandoorabinho.com
Para: souseudono@faleoquequeroouvir.com

Sou sua. E, se estou gata, é porque você toma conta bem de mim: me dá vestido bonito, deixa minha pele boa, meus olhos brilhando e meu cabelo sedoso.

De: souseudono@faleoquequeroouvir.com
Para: lyraoocao@abanandoorabinho.com

sou foda! sou fodao! uhuuu
e vc eh minha gatinha manhosa, dengosa e gostosona!
bj

Lyrão

*
O mundo de Tati: Saudades

Fal.
O que acontece com mundo?
Outro dia li uma entrevista de um advogado fazendo a linha do politicamente correto. Quem o conhece sabe bem o quão correto ele é. Ética relamente é um conceito muito flexível, elástico, sabe né?
Daí outro dia, imagine você, euzinha, moça criada no danoninho de morango tive que colocar meu pau imaginário na mesa. Tive que rodar a baiana, descer do salto e o pior, me deu uma felicidade tão grande em tê-lo feito.
Será que foi a tripla conjunção exata de Júpiter, Quirom e Netuno na casa 4 de touro? Ou seria o sol na casa IV de câncer sob influência de Urano?
Plutão faz uma falta....

Tati, a tatuada
*
Por que não: Permissão

Posso?
Dizer que uma criança é feia?
Recusar o bolo maravilhoso porque eu não gosto desse sabor?
Não ir à festinha de aniversário onde vai ter 25 crianças gritando?
Não sorrir pra megera que trabalha ao lado?
Não fingir que a empregada é “como se fosse da família”?
Dizer que parte da culpa das enchentes é de quem joga o lixo no quintal de casa?
Não assistir à novela?
Não ouvir as lamúrias da amiga louca pela centésima vez?
Falar uma coisa sem que seja entendida outra?
Obrigada.

Rebelde&Subversiva
*

Je suis partout: Eu sou um fantasma!

Morri de rir agora porque li que um jornalista carioca chamou tradutor de profissão de fantasmas!
Vozes iradas se levantaram em defesa da profissão mas eu sempre brinquei que era exatamente isso - um fantasma.
Porque quando alguém compra um livro raramente se preocupa em ver quem fez a tradução e acredite, isso pode mudar tudo.
Uma tradução mal feita destrói um livro, um artigo, uma tese.
Por outro lado, livros incrivelmente mal escritos as vezes ganham cores na mão do tradutor que não existem no original.
Cansei de "reescrever" livros. De ser coautora sem crédito.
Certas palavras simplesmente não tem tradução e quando o tradutor se põe a querer fazê-lo pode assassinar a obra.
Como no livro de Echkart Tolle - Uma nova terra. O despertar de uma nova consciência - onde o tradutor traduziu "formless" por informe.
Formless é sem forma. Se usasse disforme estaria errado porque seria algo deformado.
Informe no portugues é para o verbo informar.
Portanto mesmo que gramaticalmente esteja correto não é linguagem usual, leva a erro de interpretação e não deveria ter sido usado.
Mas a verdade que ninguém quer admitir é que as editoras, agencias de tradução e empresas do ramo estão contratando tradutores cada vez mais inexperientes, com pouca formação, porque pagam uma miséria.
Imagino que grandes tradutores já consagrados sejam regiamente pagos. Mas bons tradutores, aplicados, que ainda não tem "nome", tem que se sujeitar a pagamentos ridículos, sem contar os prazos que são tão apertados que não possibilitam um estudo, uma pesquisa apurada.
Fantasmas sim!

Gi, Pluft

(gi, gostou do nome afrancesado que eu dei pra sua coluna? hehehehe)


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19:04

 


quinta-feira, fevereiro 4, 2010

Coluninhas do Drops

Das páginas de Endrigo e Ava

Das páginas de Endrigo e Ava

(P. postando interinamente, porque a Fal está completamente sem internet.)


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17:15

 


terça-feira, fevereiro 2, 2010

Só Drops

Gente que adoro, fazendo coisas bonitas.
*
[21:23:00] Silvia: a Isa teve o piti master de todos os pitis
[21:23:24] Fabia: que que a Isa teve? Piti-piti ou é piti-dodói??
[21:23:46] Silvia: piti-ataque de pelanca
[21:23:47] Fal: hahahaha
*
Eu ia mesmo dormir. Eu ia. Eu tava na cama, prontinha pra dormir, as vozes da minha cabeça quase quietas, Antão e peixoto dormindo no paninho do Baco, Baco dormindo no próprio paninho, os gatos dormindo, menos Bolero, que enlouqueceu e tá dando pau num gatinho preto de rua, uma judiação, mas enfim, eu ia mesmo dormir. E daí começo Hannibal. Antônio de chapeuzim, chique de tudo, transformando em patê aquele ator italiano que eu acho um negócio. Tem gente que pura e simplesmente envelhece bem. O camarada era um tipo aos 40, um pão (buuu, véééia) aos 50 e aos 60 está pecaminoso, como é que pode? Esse ator italiano é assim (a Carol, certeza, vai nos contar o nome dele).
O livro é melhor, como quase sempre, mas no livro não tem Antônio. Ah, Antônio. Antônio é caso a parte.
*
Tá reprisando adoidado os filmins do Hannibal, todos eles. De tudo quanto é jeito. Amém.
*
Se me fosse dada a graça de reformar sozinha o códego penal; como eu dizia para a camarada Carol; os senhores iam achar o Hamurabi um liberal de esquerda. Vocês iam dizer 'Ah, o velho Hamu.... bons tempos que não voltam mais.'.



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12:18

 



Coluninhas do Drops

Das páginas de Endrigo e Ava

Das páginas de Endrigo e Ava


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11:44

 



Quinho
qinhO_por Jorge Bispo_1b
Eu tinha que vir contar que hoje tem Quinho. Ele é o querido do Elísio e, portanto, nosso também.
Já ouvi o que ele canta e como ele canta. É lindo. Ele é craque.
É hoje, na choperia do Sesc Pompéia, às 21h.



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11:30

 


segunda-feira, fevereiro 1, 2010

São Paulo: alguém me recomenda com certa urgência, um serviço de motoqueiros??



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07:46

 


domingo, janeiro 31, 2010

Ah!
Ela informa que voltou pro tronco, no que não fez mais que a obrigação. Alguém nessa família tem que trabalhar, que seja ela e não o Ivan e eu, que queremos apenas viver na edícula, de sopinhas e séries americanas na tevê. Só acho, na boua, que ela não devia usar a Xu como modelo porque, tipo, propaganda enganosa. Compre os colares porque são bacanas, mas não, você não vai ficar parecida com a Xu, nem usando o mesmo colar. É dura a vida.



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21:20

 



Cachorrinha da Heitor Penteado

Faz umas duas semanas, alguém me mandou um e-mail com fotos, duma cachorrinha encontrada na Heitor Penteado, que ia ser dada pra adoção. Foi bem no dia que eu fiquei sem internet, posso estar enganada, mas foi na véspera da entrega do meu trabalho, dia 18 de janeiro (claro que eu fiquei sem nenhuma das conequeçãos e sem computador na véspera da entraga, a caveira d eburro enterrada debaixo do piso da garágem nunca falha).
Você que me mandou o e-mail, lê o Drops??? Manda de novo??



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20:36

 



Roubinho do Drops

(explico: não se pode pedir ao Eduardo Almeida Reis que seja colunista do Drops, pq ele tem mais, bem mais o que fazer. Mas podemos roubá-lo, como não? Se ele reclamar, mando a chefe do meu bem torneadíssimo corpo jurídico, Tati, pra cima dele. Ele acalma na hora)

"Hoje, cantando a mesma música, me dou conta de que o senhor Roberto Carlos Braga não é cavalheiro confiável. Se fosse, não cantaria “amanhã de manhã, vou pedir um café pra nós dois, te fazer um carinho e depois, te envolver em meus braços”.

Homens sérios diriam: amanhã de manhã vou escovar os dentes, bochechar com Listerine, lavar o rosto, pedir um café com pão e manteiga para suavizar a halitose matinal e só então, aproveitando a desordem do quarto, a gente recomeça..."

Eduardo Almeida Reis no Estado de Minas.



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18:04

 


sábado, janeiro 30, 2010

Coluninhas do Drops

Das páginas de Endrigo e Ava

Das páginas de Endrigo e Ava


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19:20

 



Uia, tinha coisa no LV da época do Natal. Que vergonha. Não respondi, preciso sair do computador da moça e voltar pro meu, no cofre forte, sem internê. Mas, enfim, quis avisar que vasaculhei o LV. Que horror, desculpem todos os quilidins que deixaram recados lá, creda para mim.
(ps: o computador de casa está ligado direto, até alguma alma pura e santa arrumar aquilo, então, se vc me cutucar no skype e eu não responder, saiba, mim não estar lá)



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12:31

 



Cartão postal Tela II



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12:28

 


sexta-feira, janeiro 29, 2010

Hoje

Minha mãe fez chile. E bolo de limão.
Não juntos, se é que você não entendeu, ela fez chile e bolo de limão, separados.
O arranjo doméstico que tenho com mamãe, com quem voltei a viver depois que fiquei viúva, é o melhor do mundo: nenhum.
Na-da.
Ninguém aqui é obrigado a nada.
Quando temos dinheiro, a faxineira vem.
Quando não temos, é isso aí.
Quando ela está atacada, desce as escadas às 3 da manhã para lavar louça.
Quando a depressão é uma presença ao meu lado no computador, eu faço sopa. Ou mingau, minha comida de colo favorita, camadas e mais camadas de canela.
Cada uma cuida da própria roupa e do próprio quarto. Todo mundo cuida do banheiro de cima.
Ela mantêm o banheiro de baixo com toalhinhas de mão rendadas e engomadas.
E eu tento não espalhar milhares de livros e bloquinhos pela sala.
Por isso tudo, sei que quando a minha mãe vai para a cozinha fazer pratinhos, é de coração. Ela não cozinha todos os dias, só quando tem vontade. Eu não cozinho desde que meu marido morreu, mas isso é outra história (quero dizer, cozinhar de verdade, sopa de pacotinho, lasanha congelada, miojo e mingau não são comida, como vocês bem saem).
Mas a verdade é que eu tenho 40 anos, e de vez em quando, minha mãe vai para a cozinha fazer pratinhos para mim.
Hoje ela fez chile. E bolo de limão.
E, como é de conhecimento geral (hahahaha, claro que não é de conhecimento geral, eu só gosto de usar essa expressão), quando eu como coisas felizes, eu penso melhor e desenvolvo seriíssimas teses.
A da vez é a seguinte.
Quem conhece o México, vai concordar que aquilo é outro mundo e neste momento solene, arriará o sombrero e junto comigo erguerá um brinde: salud.
E porque o México é outro mundo? Porque é lindo, claro. Porque é uma viagem pela história e pela arqueologia que eu, louvado seja, Quetzalcoatl, a serpente emplumada venerada como um deus pelos astecas, pude andar por lá algumas vezes ao lado do meu pai, um cara que amava o México e amava uma platéia, mas acima de tudo amava história e ensinar o que sabia. Viajar pro México em el viejo foi uma educação a cada estadia. Mas acima de tudo, teorizei eu enquanto mandava brasa no chile perfeito da minha boa mãe, o México é maravilhoso, porque os mexicanos são umas dilicinhas. Não foi a toa que os americanos entraram lá empurrando fronteiras: aquelas são pessoas muito boas e gentis e dulces, é covardia ser rude com os mexicanos. E o que lhes deu tanta doçura, felicidade, otimismo, coragem, beleza e gentileza? Eu vou responder: o chile. Uma pessoa, qualquer pessoa – até eu, pelo amor de Deus – depois duma tigela de chile, fica boazinha e fofa e doce e querida. Depois de uma bomba proteica de feijão com carne moída com pimenta (e, em certas regiões do país, creme azedo), a criatura fica... fofa. Feliz. Barriguinha cheia e quentinha. Desejando o bem ao próximo, ao mundo, e sim, até mesmo aos americanos. Chile é uma comida péssima para se comer antes duma briga, porque deixa você tão contente e compreensivo e amigável... Ah, é isso. O chile nos torna amigáveis. Depois dum tigelão desse treco, você só quer dar tapas nas costas dos demais convivas. E sorrir. Ah, tudo bem, e comer uma fatia daquele bolo de limão que, francamente...
Enfim, eu não disse que era uma teoria boa ou uma teoria útil, só uma teoria.
Salut.

****

*********

Coluninhas do Drops

Sr. T: Entendendo antes

Fal:
a) Meus orifícios são todos seus, sempre. Lembre-se apenas que o umbigo (ao menos o meu) não comporta grandes sacanagens.

b) Eu gostaria de ser a Dominatrix_RJ, mas só se todo mundo souber que sou eu.

c) Engraçado, estava eu escrevendo um fragmento sem noção no momento que vi sua mensagem sobre ser colunista no Drops. Deixa eu ver se entendi (diga-me o que acha ANTES de sair por aí me expondo ao ridículo, OK?):

---

Medo em caroços, medos sorridentes,
Mini-medos de olhos brilhantes:
Pequenas iguarias que espreitam embaixo da cama.

---

Lastimável haikai de métrica livre elaborado a partir do medo infantil (mas não infundado) de caroços de melancia, mini-pizzas, batatas-sorriso e nuggets em formato de bolinha. Uma tortuosa expressão da trivialidade cotidiana, esse imenso e irrelevante vácuo que preenche o vazio entre as graves e ainda mais inúteis considerações filosóficas que todos, em maior ou menor grau, nos propomos a fazer, ainda que por acaso.

Perdoe-me, Fal. Achei por bem vir logo, antes que você mudasse de ideia.

Sr. T, o poeta diletante



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19:02

 


quinta-feira, janeiro 28, 2010

Coluninhas do Drops

Meu nome é Zulmira Clothylde, e eu observo
* Entre dois sedizentes futuros gerentes de projetos: "ah, é que
eu vi esse celular na vitrine da loja xxx, custa só
doismiureau. Você é pós-pago?..."
* De uma aluna, depois que a professora sem piscar alguma
coisa que extrapola completamente a apostila, mas que não podia
ficar sem resposta: "ah, é que eu li aqui na apostila que dá pra fazer
também isso, isso e aquilo"
* De outra aluna: "tem prova no final desse curso?"
* Do menino ansioso paquerando a coroa: "nossa, mas eu não te
dou mais do que 35 anos..."
* Do consultor de dentinho de mentex (tudo falso, daquele branco
que não existe nem nos anjos): "pra esse cliente tudo tem que ser
difícil e complexo. Você não pode nunca dizer que é tranquilo."
* Da menina que assiste muito jornal espirra-sangue: "nossa,
sua filha é da mesma idade daquela que jogaram do alto de um prédio..."
* Do vovozinho japonês pagando promessa entregando um cartãozinho
com dizeres bíblicos na Place de la Republique: "Bom dia,
Zezus te ama, obirigado."

Mundo, vasto Mundo, se eu me chamasse Raimundo
isso seria uma rima, mas definitivamente não
seria uma solução.

Zulmira Clothylde (ou Tia Zu para
a sobrinha sardenta, não é mal-humorada. Ela só gostaria que
as pessoas pensassem um segundinho antes de dar determinadas
bandeiras. De qualquer maneira, o último item prova que Zulmira
Clothylde tem esperanças...)

*****

Um drops para o Drops: Drops de comecinho

Oi, meu nome é Cara de Santa e eu sou colunista convidada do
Drops da Fal! Tenho repetido isso várias vezes por dia, desde que a Fal me
convidou para escrever para o blog. Sério, fiquei emocionada. Emocionada e travada,
diga-se de passagem, porque não consigo pensar em nada
interessante-emocionante para escrever. Poderia escrever sobre “House”,
mas a moça abaixo já falou tão brilhantemente sobre Dexter que eu não conseguiria
escrever algo tão bom quanto. Pensei em BBB, Haiti (Mas não quero fazer
ninguém chorar.),
novelas (Não assisto mais.), livros (Mas de qual falar primeiro?), enfim mil coisas!
Então combinemos assim, enquanto eu não decido sobre o que falar muito prazer,
meu nome é Cara de Santa (Tá certo não é, mas podem me chamar assim
que eu respondo), sou psicóloga e há um ano parei tudo pra correr atrás do
sonho de ser jornalista. Gosto de BBB (Desculpas aos que detestam!), livros,
bons seriados e filmes.
Digamos que em meio a isso tudo minha “matéria prima” preferida seja gente!
Adoro gente! Pessoas de todas as cores, tipos e pesos (Sim eu sou gordinha!).
Adoro ouvir o que as pessoas tem a dizer e não, não analiso quem fala
comigo o tempo todo, me dá preguiça.
Há uns quatro dias não paro de repetir que a Fal me chamou pra escrever
pro Blog do qual sempre fui fã e espero que, quando a emoção passar,
eu consiga escrever algo mais conciso pra vocês.
Beijos a todos!
Cara de Santa

***

Por que não: Filhos ou Onde é que eu estava com a cabeça

Quem tem filhos sabe. Saiu da barriga, a vida como era conhecida até
então acabou. Primeiro o clichê todo de fralda-mamadeira-choradeira.
Depois berçário, escola, e os amigos e os papos da gente vão se
encaixando nesse mundinho de gracinhas, aprendizados e troca de informações extremamente relevantes sobre material escolar, festinhas em buffet,
parques temáticos. Daí crescem e – clichê de novo – as preocupações
mudam mas continuam. Bem como a chatice do cenário, que só aumenta.
Dá pra fugir disso? Estou tentando, e preparada para receber as pedras, que
certamente vêm das supermães de plantão. Que jogue a primeira a que nunca
teve vontade de deixar a criança com alguém de confiança e ir pra cama dormir
até acabar o sono. E sim, é possível criar filhos que não se encaixam
nos dois estereótipos – ele é tão bonzinho / ele só me dá trabalho.
Vamos começar a criar pessoas de verdade?

Rebelde&Subversiva

***

Lyrão, o cão: Mudança no ninho

Hoje, por um quase acaso, li em algum lugar na internê que a mamãe águia,
quando suas crias já têm asas suficientemente fortes para aprender a voar,
começa a jogar fora as coisas macias que revestem o ninho da família,
deixando só os gravetos duros.
Se o incômodo de se dormir num lugar meio que espinhento não for o bastante
pra fazer o filhote se mancar e desocupar espaço, mamãe águia não se faz de rogada:
empurra o malandrão ninho abaixo. Cara... e ninho de águia fica muito no alto, né?
Tudo bem que ela fica de olho e, minutos antes do moleque se esborrachar no
chão, ela vai lá e resgata o bicho, mas a coisa é tão pedagógica que, mais ou
menos uns três empurrões depois, águia-júnior já voa sozinho e dá até pirueta.
Pois euzinha, que sempre me achei uma mãe moderna, eficiente e descolada,
tô perdendo de lavada pra essa tal águia. Posso não... a partir de hoje começa a operação “empurre o marmanjo do seu filho folgado ladeira abaixo”.
Se ele não aprender nada, pelo menos vai sobrar uma cama lá em casa.

Lyrão.
***

As cartas de amor de Alice: ESCARMENTAR.
Como todo mundo sabe tenho 77 anos, aprendi a ler antes dos cinco,
sozinha ou melhor, pentelhando meu pai pra ele ler os letreiros das poucas lojas daquele tempo, onde farmácia era pharmácia (eu acho mais charmoso).
Mas isso não interessa. O caso é que eu desde cedo faço palavras cruzadas,
daquelas bem difíceis, sempre com o dicionário ao meu lado.
Computador eu só tenho há sete anos. Bom, minha mãe não era fácil, tinha
a mão pesada e não perdoava a mim e meus irmãos quando saíamos do sério.
Papai me salvava mas ele morreu quando tínhamos respectivamente 12 (eu),
6, 4 e seis meses. E ela só tinha 34 anos. Chega de explicações, o que quero dizer é
que a gente a respeitava mas tb morria de medo das ameaças e eu,
particularmente, quando ela me dizia: "vou te escarmentar se voltar a fazer
isso novamente".
Eu, tão estudiosa, achava que ela queria me descarnar, sim, arrancar
a minha pele e nunca procurei saber o verdadeiro significado da palavra.
Pois na semana passada, ao fazer minha palavra cruzada antes de dormir,
estava lá: admoestar. repreender novamente.
A resposta? Escarmentar.
Tive vontade de me escarmentar... tantos anos pensando mal da minha mãe.
Tadinha, ela só queria, à sua maneira, nos educar.
Vivendo e aprendendo, né?

Fal, querida, corrija os erros.
Beijos


Alice


(Alice, batizei sua coluna assim, pq nos idos dos anos 80, uma banda chamada
Kid Abelha, tinha uma música que dizia "Alice, não me escreva aqula carta de amor".
Nada sei da vida daquela Alice, querida, mas as suas, nós queremos)



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14:44

 


quarta-feira, janeiro 27, 2010

(oi amoleis. amanhã eu venho aqui que nem gente grande
e falo direito com vcs e mexo no lv daquele jeito calhorda de sempre)

Coluninhas do Drops

Quem tem medo de Donatella Versace?:Começando pelo começo

Vou começar com as minhas dúvidas. Sou jornalista, portanto curiosa,
cheia de dúvidas, questões, perguntas...
Aí vão:
Por que é que eu não posso ter um tapete voador?
Por que chocolate demais engorda?
E por que é que o Papai Noel nunca me deu o lança chamas que eu venho pedindo há anos? Como faço para nunca mais chorar de saudades?
Onde posso comprar uma capa para ser invisível?
Dói demais ter filho de parto normal?
E será que serei uma boa mami?
Como aprender a não confiar demais nas pessoas para logo em seguida
me decepcionar?
Onde fica o coelhinho da Páscoa durante o restante do ano?
E o Santa Klaus?
Existe um lugar em que as pessoas não são julgadas por pensarem diferente,
por serem diferentes, acima do peso, fora do padrão de beleza,
com gostos diferenciados?
Quando vou perder o medo do escuro?
Há solução para as crianças de rua?
Homens realmente não se importam com celulites?
Tem como me arrumar um emprego com menos incomodação
e salário maior?
O George Clooney é de verdade?
Cachorrinhos e cavalinhos idosos realmente viram sabão?
Houve, alguma vez, algum monstro embaixo da minha cama?
Quando vou conhecer a Fal?????

Beijos e amor
Pati Linden


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19:15

 



Coluninhas do Drops

Mirela na Janela:medo

Eu tenho medo de chuva, mas eu gosto de chuva também, sabe Fal?
Como é que se explica essa história da gente sentir medo e atração
ao mesmo tempo?
Pois é assim que eu sou com a chuva.
Agora, por exemplo, tem umas nuvens negras super ameaçadoras
se aproximando no horizonte, e eu não sei se o frio na minha
barriga é de pânico ou expectativa.
Igualzinho é medo de altura.
Eu morro de vertigem, mas adoro ver as coisas lá do alto.
Acho que temo não conseguir me controlar e pular da varanda.
Aliás, quando me mudei pro apartamento com a varandinha, só
consegui ficar mais que 10 segundos na dita cuja depois de botar rede.
Antes disso, só de chegar na beirada já me subia uma ardência pelas pernas...
acho que é instinto de sobrevivência.
Porque no fundo eu sei que dá uma vontade danada de voar dali.
Eu sou bem certinha.
Minha maior ousadia é comer coisas fora do prazo de validade, ou com
mais de uma semana de geladeira.
E como mesmo.
Nunca passei mal por causa disso.
Estômago de avestruz, é como chamam, não é?

Mirela


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10:16

 


terça-feira, janeiro 26, 2010

Lígia, V. Sônia, 15 de julho de 2007



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12:05

 


segunda-feira, janeiro 25, 2010

Oi queridos.
A minha internet continua claudicante, então essa semana eu ainda apareço pouco. Todos bons??
*
Aqui, calor. Nem de perto o inferno que foi ano passado, mas calor pacas ainda assim.
*
Eu vou fazer assim, vou liberar o LV sem respostas. Saibam que eu li tudo, eu sempre leio, eu não libero no espaço sideral sem ler, mas não vou responder, pra poupar tempo de internet, tá bom?
Vamos ver se semana que vem vem o moço, arruma este complexo cibernético e eu volto à minha incompetência de sempre e saio desta, que está extraordinária.
*
A idéia não é juntar os colunistas assim, de bolinho, mas até a internet colaborar, será do jeito que me for possível. O mesmo com o LV.

*
Então, tó, gentes novas pra vocês
:o)))
(tou amando)

***

Carol, a concursanda de plantão: Vá para sua mãe, aquela que lhe deu à luz.

Bom, eu adoro cinema.
Estava me lembrando de um filme que eu vi chamado Em Luta Pelo Amor. Ruizinho pacas,mas eu gostei. Contava a história de uma menina que se tornou cortesã e poeta no século 19.
Se você não sabe, na época, ser puta, quer dizer, cortesã era o que havia. Elas eram as únicas que sabiam escrever,ler,conversar.
E eu penso: que decadência.
De reconhecimento profissional a garota de programa...
Literalmente qualquer uma pode ser uma qualquer hoje em dia.

Carol

***

As Curiosidades de Capitu: Dona Florinda, a maior psicóloga que já existiu

Hoje (e ontem também, e, provavelmente, amanhã e a semana toda) passou O Amor Não Tira Férias na tv. E eu assisti de novo. E de novo pensei a mesma coisa que sempre penso quando assisto a esse filme. Em como o Jude Law é maravilhoso? Não. Em como temos o péssimo hábito de perder tempo, e muito, em nossa vida com pessoas que não merecem.
O melhor conselho sobre isso, e que eu não segui, óbvio, não veio de pai, mãe, amigos, etc. Veio do seriado Chaves. Isso mesmo. Quando eu era criança, adorava ver Chaves e Chapolin, e até hoje adoro, inclusive porque é a única coisa que eu posso comentar com meus alunos sem me sentir ultrapassada, afinal, eles viram os mesmos episódios que eu, e olha o que a diferença é de mais ou menos 18 anos (não façam as contas, por favor).
Em praticamente todos os episódios a Dona Florinda dizia: “Não se misture com essa gentalha.” Simples. Imagine quanto tempo e dinheiro economizados em análise se nós seguíssemos esse conselho? Ah, mas no começo não dá pra saber que é gentalha, você vai dizer. Bom, no meu caso dá. Sempre deu. E eu insisto, mesmo assim. Eu me misturo não porque eu não sabia, eu permito, eu estendo o tapete vermelho pra gentalha passar. Mea culpa.
Mas por quê? Por que nós (no plural, pra eu não achar que sou a única) fazemos isso? Nem vem, eu perguntei primeiro. Se alguém descobrir, me conte, por favor. Talvez nem assim eu pare de fazer. Mas ao menos eu vou ficar sabendo.
Silvana
********
Por que não?: Como se chama

Como se chama:
O que se passa no coração quando alguém nos trai
O que se sente na barriga quando aquilo que se estava esperando acontece
O que se sente no estômago quando acontece tudo o que não se queria que acontecesse
O que se passa na cabeça quando sabemos que vamos entrar numa fria e vamos assim mesmo
A sensação esquisita de ver um sentimento forte se transformando em quase nada
A septicemia do novo que invade nossas vidas?

Rebelde&Subversiva
***
O mundo de Tati: Vaca

Fal. Você que é uma pessoa esclarecida e conhecedora da natureza humana me explica:
No BBB10 que assisto quase diariamente pois na minha concepção, é a base em perspectiva sócio-antropológica, objetivando uma compreensão dos significados culturais do evento nesse contexto. Há uma menina de 22 anos, com nome próprio igual a de uma região do Império Grego, solteira, sem namorado sendo chamada por quase todo mundo internético de vaca!
Vaca! Fal. Vaca!
Esclareço que esse é um dos únicos termos publicáveis.
Sabe qual a razão de tanta gentileza?
A moça beijou um bonito que namora há 2 anos.
Veja só: ela é solteira, sem compromisso com ninguém e por beijar e ficar “namorandinho” um rapaz comprometido é a vaca da hitória.
Sabe a nave mãe?
Vou reservar meu assento, de preferência no corredor para poder esticar as pernas...

Tati, a tatuada
***
Lyrão, o cão: A arte de abanar o rabinho

Em plena crise de auto-piedade, resolvo aceitar o convite da Fal pra participar do Drops. Meu senso de ridículo bem que tentou me afastar desta idéia, mas, em um ser acometido de ataque de "coitadismo", a vontade de ter platéia pra expor as próprias chagas falou mais alto. Cá estou, portanto. E esta é minha apresentação.
Sou um cão e abanar o rabo é minha especialidade. Você briga comigo, eu abano o rabo. Você faz festinha, eu abano o rabo. Você pode sumir durante um tempão que, quando voltar, vou estar aqui abanando o rabo. Sou mesmo boa nisto, podes crer. Mas estou aprimorando outros truques. Já sei dar a pata e me fingir de morta. E agora estou treinando rosnar e morder.

Lyrão

***
PICK THE ROAD JACK: Só melhora quando piora

Você chega para trabalhar e está um calor infernal. O ar-condicionado quebra exatamente no dia mais quente. O celular se perde ou é roubado. No RJ você nunca sabe se perdeu ou foi roubado. No meio do expediente, teu chefe te pede um favor, daqueles favores que você, em um bom dia, precisaria de 4, 5 horas. Então, ele pede em 20 minutos, no máximo. A luz acaba quando você está no final da digitação e não salvou o documento. Você olha pela janela e de repente, anoiteceu. E o temporal começa de tal forma e é tão forte, que você arrepia. O trânsito complica. O metrô parou. E tudo o que é movimento, está apenas e simplesmente dentro de você. Há dias que nada do que você planejou dá certo. Há dias que a paciência e a tolerância são testadas até que a gente caia na cama e durma por 2 dias seguidos. Há dias, mesmo que seja bem no finalzinho, ali quase na virada, que o inesperado, feito aquela canção, o inesperado te faz uma surpresa. E tudo o que houve antes, ah deixa pra lá, vai...

Jack


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08:41

 


sábado, janeiro 23, 2010

Foi dada a largada.
Tá acolá a coluna da Drica, a primeira Coluninha do Drops.
Percebam que as colinhas vem bem sinalizadas, com nome de autor e tale e cousa. Perceberam? Não dá pra errar.



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18:23

 



Coluninhas do Drops
Drica says: eu amo Dexter

imagem para a coluna da Drica no Drops
Eu amo Dexter. Nenhuma série me deixa tão ansiosa pelo próximo episódio. Tem gente que detesta, tem gente que nunca viu. Eu adoro. A 4ª temporada já acabou (sem spoiler, mas meu Deus, acabou de uma formaaaaaa) e a 5ª deve começar este ano, se a saúde do protagonista, Michael Hall, permitir.
É curioso perceber que aquilo que dá, digamos, a identidade de um seriado, é precisamente o que muitas pessoas detestam ou não compreendem. Eu tenho uma tia, por exemplo, que detesta House porque ele é “um grosso mal-educado”. Ora, ora. Então, já ouvi muita gente dizendo que detesta Dexter porque ele é um assassino. Sim, ele é. Mas ele não é um assassino qualquer. É o vingador, aquele que faz o que a gente acha, muitas vezes, que tem mesmo que ser feito (ou vc não acha que tem muita gente por aí que merecia morrer picadinho??). Ele tem seu próprio código de Hamurabi para conter e domesticar sua psicopatia. E as coisas acontecem de tal forma que, embora ele não seja lindo, nem sexy, acaba se tornando fofo. É verdade, a gente torce por ele, o assassino frio, o tempo todo! Dexter ainda tem humor, suspense, sacadas inteligentes e uma ótima trilha sonora. Definitivamente, meu seriado preferido.

Drica


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18:18

 



No Drops

Ô gente, é claro que a carta abaixo, do Max e da Denise é brincadeira. Tem muita gente babaca neste mundo, a lista jamais deixará de me surpreender, mas certamente Max e Denise não estão nela. Eles são uns fofos. E amam os zumbizinhos pilotos, uai. Podem parar de esfregar suas mãozinhas de contentamento.
*
Tracoisa:
o Drops contará com colaboradores. Sem dia marcado, sem assunto fixo e sem grandes rapapés, vocês verão coluninhas de gentes novas por aqui. Alguns vão ficar. Outros escreverão poucas vezes e desistirão. E novos aparecerão. Não sei quanto tempo vai durar essa onda e nem nada. É uma experiência. Faz parte das comemorações de 8 anos de Drops (comemoramos em março). Como foi que esse trem durou tanto? Não sei. Mas vamos comemorar.
Enfim, comente, mande recado pro autor do texto que você gostar, converse com ele e tal.
Vamos em frente.



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13:20

 


quinta-feira, janeiro 21, 2010

um pedido público de desculpas


Cara Sra. Fabia Vitielo de Azevedo,
Liberdade de expressão é uma coisa. Ofender a religião dos outros é outra.
VV. Sa. soltou uma notinha no Drops, turdia, falando de um filme com zumbis espaciais comedores de cérebro lutando contra uma mediunzinha. Apesar de concluir a notinha com a expressão “filmaço”, entendemos que a Sra. foi desrespeitosa em suas considerações sobre o filme e, baseados nisso, vimos por meio dessas mal traçadas linhas exigir (povo ofendido exige muito, é uma coisa!) uma retratação.
Esse filme com a mediunzinha e os zumbis espaciais se chama “Serenity”, e foi uma tentativa desesperada (e maravilhosamente bem feita) do seu diretor, Joss Whedon, de tentar fazer com que ressucitassem a série que deu origem ao filme (viu que original?), “Firefly”. Um western de ficção científica, com direito a comédia, romance, crítica social e zumbis comedores de cérebro, olha que maravilha.
E sabe cau'z'di quê que a série foi cancelada? Por que era exibida pela ultra-direitista Fox e, logo no primeiro capítulo, colocaram um pastor com dúvidas existenciais sendo consolado/aconselhado por uma prostituta (que, nessa sociedade maluca aí, é uma das profissões com o mais alto status que existe. Eu quero mudar para lá, juro). Além disso, os personagens principais são um bando que vive em uma nave caindo aos pedaços aplicando golpes, fazendo contrabando, roubando e desrespeitando o Governo. Quase um Congresso Nacional.
O povo da Fox pirou.
Como já tinham produzido 14 episódios, e havia contratos para que eles fossem exibidos, a Fox os colocou fora de ordem, mudava os horários de exibição, deixou o episódio piloto “de castigo” um tempão e, finalmente, se recusou a renovar a série por mais uma temporada. Pior, se recusou até mesmo a vender para alguém que a apreciasse, como o Sci Fi Channel.
Matou uma série promissora, engraçada, inteligente e que fazia pensar. Aliás, sabe em que o Whedon se baseou para escrever a dita cuja? Naquele livro The Killer Angels, do Michael Shaara, que narra a batalha de Gettysburg (da Guerra Civil Americana) do ponto de vista dos derrotados.
Feitos estes esclarecimentos, esperamos que a Sra. reveja o tom debochado e pouco respeitoso com que tratou essa obra prima da nerdice mundial.
Ou vamos mandar os zumbis espaciais comedores de cérebro atrás da Sra.
Sendo o que se nos apresenta para o momento, reiteramos nossos votos de estima e consideração, data venia, etc, etc,
Max e Denise.
(confirma seu endereço aí que nós vamos te mandar o dvd desse filme de presente).

***
Caros Max e Denise. Em público, peço perdão. Em momento nenhum eu quis fazer piada com a Mediuzinha ou com os Zumbis Comedores de Cérebro que, não apenas comem cérebro, mas também outras partes do corpo de suas vítimas e ainda, como se essas já não fosse habilidades encantadouras o suficiente, ainda são capazes de pilotar foguetes, como eu bem disse à nossa correligionária Silvia Maria, sempre num tom de respeito e apreciação pela obra de arte onde eles estão inseridos. É uma obra exemplar e eu acho que os senhores estão muito bem servidos de religião.
Peço perdão por qualquer mal entendido, ofensa e/ou tom de deboche. Religião é coisa seríssima. Religião que envolve zumbis comedores de cérebro pilotando naves espaciais então, nem se fala.
Favor informar data e hora das missas e cerimônias de batismo, pois eu me converti.
Que a força esteja convosco (acertei, acertei??).



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13:53

 


quarta-feira, janeiro 20, 2010

Carinhas, praqueque a gente paga dois provedores diferentes de internet? Certo, pra ficar sem internet nenhuma na véspera de entrega do trabalho mais importante dos últimos tempos. Só entreguei meu trampo dia 19 porque existem Vivi e Silvana e Silvia e Sandra, porque eu sou macho p-a-c-a-s e meu sangue calabrês não permite que eu desista. Mas enfim, tou pondo ordem no galinheiro, volto já.



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19:25

 


segunda-feira, janeiro 18, 2010

Avatar, que horror.



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01:59

 



E ainda no setor unicórnios doirados, Jeff Bridges, senhores. Do cacete ele ser premiado. Me gusta mucho. Lindão.



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01:48

 



E por falar nos ácidos dos anos 80, ganhou o Downey Jr. Ponto para nosotros.



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01:40

 



Avatar explica-se. Bota reparo nesse cabelinho horrendo do véi Cameron.



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01:36

 



Toda vez que eu vejo o Rourke eu acho que são os ácidos dos anos 80 voltando pra me pegar.



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01:36