Navegantinhos, Torresmo está esquisito, então correio é coisa custosa. Assim sendo, quem for querer Minúsculos deve se manifestar com energia
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Eu não fico aqui fazendo altas campanhas, porque acredito do fundo do coração que cada um sabe o que fazer. Mas enfim, a Cora falou, a Jã me escreveu pra reforçar e eu acho que não existe causa mais meritória: os bichinhos de Santa Catarina também são vítimas da tragédia e a gente vive esquecendo deles. Bianca, da ONG Viva Bicho
(47) 8425-1459 | 9903-5441
Para ajudar a ONG com doações em dinheiro: (porque nessas horas, meus caros, a gente pecisa mesmo é de grana)
Banco do Brasil Ag. 1489-3 cc 20793-4
Associação Viva Bicho
CNPJ 06 156 776 / 0001 - 81
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É quase sábado, corações, e eu tou voando baixo aqui.
Rui Eduardo, pelos poderes investidos ni mim, eu ordeno: levanta dessa cama e anda, seu gay.
A Sônia mandou te dar paz, mas é o cacete. Chega, faz mais de um mês, isso não é depressão, isso é estilo de vida. Quando eu tava nesse estado vc me botava no chuveiro. Como eu não tenho grana pra ir na fronteira do Canadá, vou gritar com vc via embratel. Sai da lata, Maria. Eu vou ligar aí, às 16 horas de Brasília, e é bom vc me atender, seu corno mameluco. Patrick, tu decora esse recado, vailá na cama dele e declama. Manda aquela baleia me atender no telefone que eu tou cheia de carinho e dengo hoje. O Tavo também tem coisas meigas e doces para te dizer tipo "deixa de frescura, ó viado". A gente tá tão meiguim hoje. Aguarde.
(gente, desculpa usar blog pra passar recado, mas é que um dos fio deles vai ler isso e avisar lémcasa)
por onde andei no tempo em que você sonhava
Oizim leitor.
Aqui no mundo real, seis horas da manhã.
Frio, mas não tanto assim.
Passei a noite acordada e vi as cores da madrugada.
Não trabalhei, não vi tevê com atenção, não li, não, não nada.
Só fiquei acordada fumando uns mentolados, numa vibe 'poeta maldito', que eu acho ridícula.
Passei um bom tempo às voltas com listas dos filmes que eu não vi, pilhas de livros não lidos se acumulando, cartas não respondidas, todos os velhos clichês acampados bem aqui, no apart-hotel do conde drácula.
A minha enorme capacidade de me transformar no que mais temo ataca de novo, senhores. E dessa vez eu não tenho uma casquinha de proteção.
Nuvenzinhas de chuva da família adams na minha cabeça.
E na frente dos meus olhos.
E, acho, nas minhas mãos.
Quinta-feira, crazy people.
Força na subida, que ela é de paralelepípedos escorregadios, quase em 90 graus e contra mão, mesmo pros pedestres.
"Meu bem,
o meu lugar
é onde você quer que ele seja.
Não quero o que a cabeça pensa
quero o que a alma deseja." Belchior
Tanta, tanta coisa pra contar, que acaba que eu não conto nada, né?
* Alex, que diz "praticamente todos os seres humanos capazes de parir acabam parindo em algum momento de suas vidas", hohoho, ainda por cima tb ama o meu Goren. Alex, cliança, saludos e amor de sus amigos sudacas.
*
Gatos, Baco, casa, Maliu, tudo na mais perfeita ordem.
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Devo fotos tb.
*
Tenho respirado fundo, dormido tarde (muito tarde), acordado cedo, sonhado de olhos abertos e fechados, trabalhado como um cão, falado ao telefone, rido, chorado, sentindo muitas saudades, mandado recados, esperado aflita por respostas que nem sempre vêm, arrumado roupas de frio, comprado muitas, muitas meias, estudado rotas alternativas, comido doce da terra da Esther e planejado mais viagens, minhas rodinhas estão agitadas. Eu quero tanto ir.
*
Tenho ouvido música também. É brega gostar de Belchior, né?
(posso até ver Ângela e Inara lá no fundão de catucando e caindo de rir de mim)
Mas eu gosto. Ouvi tanto isso hoje. No fim, ele sempre diz exatamente o que eu queria dizer, mas o talento me escapa, a idéia não se completa.
"Meu bem,
guarde uma frase pra mim
dentro da sua canção
Esconda um beijo pra mim
sob as dobras do blusão
(...)
Meu bem
o mundo inteiro
está naquela estrada ali em frente
Tome um refrigerante
coma um cachorro-quente"
É isso. O mundo inteiro tá ali naquela estrada. Eu preciso virar devota de São Visa, porque como me ensinou Gisela, se for pra fazer dívida, que seja com viagem.
"Paulo Francis. Pela sabedoria, pelo compromisso com as outras pessoas e pelo seu orgulho de ter sido preso por suas idéias, enquanto Caetano se envergonha disso. Caetano diz que não lê jornais, mas é capaz de citar o dia e a página de qualquer jornal que tenha falado dele, mesmo que seja a 'Gazeta de Nanuque'. E eu gosto mais da música do Francis".Henfil, quando perguntando por Ruy Castro - durante a polêmica entre Caetano e Francis - quem mais fazia sua cabeça. Vi hoje, na Ilustrada. Ah, eu sinto tanta falta da "música" do Paulo Francis. Sempre penso nele e em Stanislaw Ponte Preta enquanto olho em volta. Eles iam fazer miséééérias com o governinho Lulalelé e eu ia adorar assistir.
(eu era garota, mas me lembro bem desse pau que os dois tiveram. Eu não entendia tudo que lia, mas lia. Era consolada pela certeza de que um dia iria crescer e o mundo dos adultos ia ficar mais claro, que eu iria entender melhor coisas como esta. Mas não, né? Bastou eu crescer pra descobrir que continuo não entendeindo picas)
(pideite: texto levemente alterado, porque parece que o povo não leu o "Paulo Francis" ali de cima, nem entendeu a piada do Henfil sobre a música dele ser melhor que a do Caetano e eu tou recebendo e-mails inacreditáveis)
Todo mundo que já foi ou é parte de um casal, que já teve uma melhor amiga, que já fez parte dum grupo ou coisa assim, sabe: viagem é a prova fatal.
Nada define mais um relacionamento do que viajar junto - nem a cama.
Não - não ria, acredite em mim. A primeira vez que viajei com Alexandre, eu, este turbilhão de bagunças, sacolinhas, potinhos e meias com carinha; ele, aquela criaturinha de camisetas sóbrias, bermudas (bleargh) e um par de tênis, que usava um sabonete só pra tudo - sinceramente, achei que a gente fosse brigar horrores. Mas foi delicioso, ele ria dos papéis perdidos, dos meus cadernos espalhados, foi fofíssimo sobre todos os meus muitos defeitos e a viagem foi só a primeira de muitas viagens maravilhosas que fizemos.
Até prum casal casado há um tempão, viajar junto é uma educação.
Você passa 24 horas por dia junto, vê as pequenas baguncinhas, aprende os truques, lida com as idiossincrasias, tiques, manias, chatices, sins e nãos. As minúsculas desorganizações, as enormes falhas de caráter, a frequência com a qual se depila a perna, nada fica escondido numa viagem. Deixar o outro ver seu cabelo quado você acorda (especialmente o meu, deus pai) é prova de amor incontestável, cabal, inequívoca.
Eu fui muito, muito feliz viajando com vocês, meninas. Vocês são deliciosas, maravilhosas, engraçadas, bem humoradas e, como fez comigo Alexandre um dia, você perdoaram meus muitos defeitos, fecharam os olhos para a minha abissal desorganização e aturaram meu péssimo humor.
Obrigada por tanta doçura. Ju ni mim, e do outro lado, Lyrão na Gi. Caxambu, novembro de 2008
Oizim
Oi.
Então que Minas foi maravilhoso.
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Ah, eu já chego pedindo, né? Num gibi dos anos 60, de meu velho e saudoso pai, gibi do Peanuts, o Charlie Brown dava os seguintes conselhos para que a vida fosse melhor: " Não deixa teus crayons no sol, joga a bola bem, baixinho e alimenta teu cão duas vezes por dia". Muitos e muitos e muitos anos depois, assistindo ao Poderoso Chefão, ouvi uma baciada de conselhos sensacionais ("Leave the gun, take the cannoli" é sempre o melhor). Pouco tempo atrás, ouvi um conselho genial: "Não trate como prioridade quem trata você como opção". Dificílimo de seguir, né? Você jura que nunca mais e no momento seguinte está feito uma pata carregando até pro banho um celular que não toca nunca, recusando convites que, beibe, não serão substituídos por coisa melhor e se arrastando pela casa de pijama mostarda, meias cor de chiclé e cara de choro. O certo é que esse conselho deveria ser algo como "Não trate como prioridade ninguém, seja sempre você sua prioridade", mas falar é fácil. Escrever em blog então, é bico. De modos que deixemos para lá, pois o velho Abujanra nos deu maravilhosa advertência (que pro nosso bejetivo também vale, leitor atento) "A vida é uma causa perdida". Então, voltando ao meu pedidinho, o que eu quero mesmo é saber, você tem uma frase dessas? Não precisa ser nada de salvar o mundo não, mas, você tem algum conselho bacana pra dar pro mundo? Manda pra mim, por favor: fal.drops@gmail.com
ps: Hum, o LV vai sendo resolvido ao longo da semana. Fiquem bem.
(em tempo: o gmail de mais alguém tá esquisitíssimo?)
Céus, botar os pés pra fora de Sao Paulo é delicioso.
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Tela, seus bolinhos tao bombando, amor. Sucesso total.
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No teclado da Esther, eu náo acho cedilha e nem nada. Tenham paciencia comigo.
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Francisco, meu bem, aqui tem lua e estrela, vi com meus próprios olhos. Caxambu tá ali com Russas, tá?
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Eu comi manteiga batida pelas maos da Esther. Morram de inveja.
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Ah, o Carpinejar mandou beijocas proceis, meninas, mas eu não vou entregar nenhuma. Sao todos meus os beijos deles. Meus. Cabô. Quem quiser que vá buscar na sexta-feira.
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Os caras são apresentados como 'novas lideranças políticas'. Oi? Gente, liga aqui que eu explico, juuuura que vocês não entenderam a eleição para prefeito nas megalópoles deste porto tropical, desta democracia morena, desta democracia cabocla?
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O Drops interrompe sua programacao caxambuzística pra dizer: Oi Elísio! Tá bom?
Vai daí que nossa faxineira sumiu faz 6 semanas. Sumiu assim, a gente liga na casa dela e o fio dela diz que ela inda tá passeando em Minas. Seis semanas passeando, quequé isso, fios, um romance da Austen??
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Uia, eu tenho net. Eu clico num trem, o trem abre. A internet é tão mágica, amiguinhos.
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Como tem nego no mundo com a dosagem do remédio desregulada, não? Fio, vorta no psi, pede prele aumentar a douse. Coragem.
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Cê qué adivinhar o monitor de quem que deu pau no dia dos negos virem instalar a nétis? Ganhô a bala.
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Gente, eu tou tão de direita que nem eu me aguento. Minha comunista mamãe se recusa a falar comigo desde a hora do almoço.
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Ah, hoje de tarde eu vi um pedacim do Toni Ramos interagindo a nível de pessoa enquanto ser de costas peludas com a Mulé Apitooo! Gente, cês lembram da Mulé Apito? Nossa, que saudade da Mulé Apito, que tempo bão, né? A gente era tão feliz no tempo da Mulé Apito, tão feliz.
* Silvana diz:
Fal, tu pediu sugestões, né? Silvana diz:
que tal falar sobre a falta de loção dos publicitários que fazem propaganda de desodorante? Silvana diz:
tá, propaganda de tudo, mas principalmente de desodorante Silvana diz:
uma tem a Ana Hickmann dizendo que mancha branca ACABA com qualquer mulher ( nessa hora eu tenho até medo ) Silvana diz:
a outra, do Axe, tem aquele cara que jorra água pela axila ( no mínimo nojento ), essa nem precisa comentar Silvana diz:
a outra diz que o desodorante protege por 48 horas Silvana diz:
isso quer dizer que a pessoa vai ficar 48 horas sem tomar banho? Fal diz:
vc é sensacional Silvana diz:
assim só me resta comprar o da Xuxa Silvana diz:
que pelo menos diz que eu vou sentir emoção quando passar Fal diz:
huahuahauhuaha Fal diz:
é tudo que eu quero Fal diz:
emoção pelo sovaco Silvana diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Silvana diz:
fala sério Fal diz:
eu mereço
Era bom demais para ser verdade, nem sei onde eu estava com a cabeça.
*
Fal Azevedo: 37 anos de cabeças sortidas. E como ela não aprende, amiguinhos, a diversão nunca termina.
*
Minha gata laranja ronca. A Naty testemunhou num domingo desses, ela ronca alto.
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Ah. Sobre o que você quer falar? Assim, ó, eu preciso fazer uma lista de assuntos. Sobre o que vc quer falar? "Fal, fala sobre as estampas das havaianas novas", "Fal, fala sobre o preço da abobrinha", enfim, lista o que você quer falar e mais ainda, quer que eu fale sobre, por favor?fal.drops@gmail.com
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Ainda nesse espírito explorativo, eu preciso duma lista de frases tipo a da filha da Mani "A culpa é inútil", sabem como? fal.drops@gmail.com
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É útil eu ter dois celulares, assim, quando eu acho o recarregador de um, perco o do outro. Marido faz muita, muita falta, Alexandre achava tudo que eu perdia, aliás, ele achava pelo telefone. Eu ligava miando na MCN e ele "Bibi, olha debaixo da cristaleira". Eu ia lá e pimba, tava lá.
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O LV vai demorar, viu fios? Porque eu tou num mau humor que nem eu guento.
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Falando em LV, não usem aquela droga e nem a mim pra mandar recados briguentos uns pros outros. Eu posso ter essa cara de bocó, mas é só a cara. Falta um cisco preu fechar aquela bomba e ter um blog cool sem comentários, que nem o Serjones. Se você quer brigar com ela, fofinha, compre luvas de box e espere por ela na saída. Ou melhor ainda, faça psicanálise, divã é tudo na vida da pessoa. Pra me usar você vai ter que ser mais esperta que eu - o que não é nada difícil.
*
Sim, são quase 4 da manhã e eu deveria estar dormindo. Eu sei.
*
Mas às vezes, Silvana, a ladeira é muito maior que eu.
Não adianta esperar de mim reações rápidas. Eu não sei fazer isso. Preciso sentir a temperatura da água com a ponta do pé. Preciso respirar fundo e cheirar o ar. Preciso verificar se eu trouxe grana para o táxi, se o cachorro tem água, se o recarregador do celular está na bolsa, se eu trouxe bloquinho e caneta. Eu preciso pensar para responder porque meus dois neuroninhos que não valem por um bifinho, Antão e Peixoto, precisam abrir arquivos e revirar fichas, singando por mares de teias de aranha e oceanos de pó - nada em mim foi informatizado, nem naquela conexão discada, que dirá nesse esquema wireless de vcs. Eu demoro para confiar, demoro para me sentir à vontade, demoro para pensar numa boa resposta, demoro para comer, demoro para dormir, demoro para gozar, demoro para lembrar o número do telefone (quando eu me lembro), demoro para lembrar o nome das pessoas (rá, até parece que eu vou me lembrar), demoro - muito - para entender. Gente agoniada e nervosinha me dá nos nervos quase tanto quanto os condescendentes. E gente que quer a resposta agora? E gente que quer saber já? Eu não posso decidir nada agora, nem por e-mail, nem - que deus me ajude - no msn, nem em lugar nenhum. Eu não posso responder nada agora. Eu penso em cada respostinha ainda que depois de tanto pensar, fale besteiras monumentais. Eu preciso de tempo, preciso me preparar e preciso pensar com que roupa eu vou e deixar a roupa pronta no dia anterior, depois de escolhidos os sapatos e os brincos. Eu preciso planejar. E sim, sei melhor do que quase todo mundo, que tem coisa que não se planeja. Acredite, eu sei, eu soube nas minhas mãos. Mas para quase tudo na vida, um mínimo de tempo é possível e eu preciso de todo o tempo, espaço e vagar que puder obter, roubar, mendigar, ganhar, merecer. Tempo.
Sim, boneca, ele ama você. Só você. Ele beija seus pés, ele adora você. Ele quer passar o resto da vida com você. Ah, ele é sincero, ele é puro de coração, você é mesmo a mulher da vida dele. Ele vai estar aqui em São Paulo, no dia 21. Bote um sutiã reforçado, passe batom vermelho, suba num salto bacana e vá. Mas, por favor, deixe sobrar um pedacinho dele para nós, que estaremos em Caxambu a trabalho, a trabalho.
21/11 (sexta), São Paulo (SP)
Debates e dupla sessão de autógrafos do livro "Canalha!", de Fabrício Carpinejar
1º tempo: 19h30
Feios, limpos e malvados
Com Xico Sá
Livraria da Vila
Vila Madalena
(Rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena | Telefone: 11 3814-5811)
2º tempo: 21h30
Mercearia São Pedro
(Rua Rodésia, 34, Vila Madalena, Telefone: 11 38157200)
Sério, não perca.
Se eu estivesse em Sampa, iríamos juntas, mas como eu vou estar em Minas, você vai e me representa.
E depois me conta tudo.
Tá, quase tudo.
Leitorzim da madruga, você também está trabalhando? Me diz. Prazo, é? Eu sei. Oi. Eu tou com dicionário aqui, logo uns 6 ou 7, de modos que, qualquer coisa, apite. Vamos em frente, que o pograma do Lucas Mendes cabou e a gente não tem mais desculpinha pra não acabar esse trem.
nublai minha visão na noite da grande fogueira desvairada
Fal e Carla, Rio, 11 de novembro de 2008
rodoviária café leito cobertinha banco deitado chico buarque sono rio rio rio rio táxi pedrão abraço beijocas risadas pedrão pedrão pedrão sobrinhos patrícia fofocas almoço batata frita coca-cola gelada bernardo doce de leite com banana bernardo suco de laranja sol blusa estampada calça vermelha sandália larga demais pulseira da carla san brincos egípcios telinha gato branco gato branco gata tricolor paredes cor de laranja fred miosótis de pasta americana presunto perpétua a risada de tela com fred ventilador de teto água gelada a procura do nome certo da flor abraço de fred rua do lavradio fofoquinha carla san o cabelo da carla san o vestido roxo da carla san pepsi limão gelo trequinhos de camarão fofoca risada ana cristina risada trequinhos de camarão gigio risada flores amarelas óculos de aros pretos planos risada gelo gelo limão estevão viagem gata na gaiola peixe na garrafa fabrício caricatura gelo tijuca andaraí sono cliente projeto pão pedrão toddy gelado biscoitinhos de nata fofoquinha grandes revelações infância pai e mãe maionese o que fomos o que fizemos com o que fizeram de nós infância infância coragem todos os dias o que poderíamos ter sido alexandre choro tudo vai melhorar, bibi rocambole banho shampoo cabelo batom cor de rosa sandália preta táxi botafogo arteplex fotos nas paredes gatinho de madeira beatrix potter os olhos azuis da ana paula a pele rosa da ana paula suas certezas e suas dúvidas e seu sempre bem vindo pasmo diante do mundo e tudo que nós fomos e o que fizemos do que fizeram de nós livros livros caio fernando abreu café quente água gelada farmácia escola dos meninos prédio cor de rosa fins do século XIX palácio passeio professor gazzaneo pé direito capela azulejos pátio frontão neoclassicismo fotos pátio iluminismo elevador gabriel e pedro e tonks as crianças da ana paula água gelada risadas um olho marrom um olho azul histórias madaleine peroux sofá sofá abraço promessas planos táxi noite recados sorrisos respostas chave casa vazia banho casa cheia fraldas mamadeiras risadas planos amanhã tevê trabalho revisão bernardo e seu cabelo incontrolável victor que coloca coisas na sua cabeça de cabelo lisinho tevê trabalho trabalho madrugada trabalho choro pra dormir queijo derretido cheiro de material de limpeza patrícia sol sol rua táxi computador preço linux mac alta vista chuva chuva sol preços sorriso recado sorriso resposta livraria as costas do meu irmão as leituras do meu irmão a gargalhada do meu irmão livros livros o gibi do dahmer livros girassóis volta sol calor calor chuva chuva febre calor coca-cola trabalho revisão sim sim sim não banho calça roxa sandálias lilás calor táxi febre prédio elevador panorâmico andré andré andré a casa do andré as flores do andré as molduras perfeitas livros de arte sérgio áries ane as botas da ane alê fabi vinho água ver a conversa vinho gibi pro pedrão histórias sorrisos chuva chuva noite chuva casa banho garganta fechada sono telinha linha amarela sesc carla jeans fátima batata sérgio p. azul marinho carmella marcela janelas conversa explicação infância livros o que fizeram de nós o que fizemos com o que fizeram de nós carla sebastião contos gravata telinha bolinho abraço amor amor casa trabalho dona maria josé sabonete sr. fernando menininhos desenhos dinossauro roxo camarão mala que não fecha computador que não desliga beijos abraços eu te amo demais meu bem me liga ligo volta volto rodoviária café fim
Aqui. Consegui estabelecer algum tipo de diálogo com a minha circulação de retorno depois de ficar mais de 4 horas com as pernas pra cima 'ouvindo' a tevê e guentando os gatos andarem por cima de mim (eu nem quero imaginar o que vai ser dos meus pobres tornozelos indo e voltando de Caxambu de ônibão comum. Sério.), dei uma ordem irregular no caos, aplaquei as carências caninas, falei com a Maliu mais gripada do planeta, não lavei roupa, eu nem abri a mala e vou pra minha simultânea.
O Rio de Janeiro continua mesmo lindo.
Querido leitor que dorme só com a parte de baixo do pijama azul, oi. Eu não tou dando conta nem de mim, que dirá do blog. O final de semana foi só de trabalho, com direito a ataquinhos histéricos com a internet (vamos ver se na segunda dia 17 temos novidade por aqui - pelo menos neste setor).
Amanhã estou no Rio. Com a internet do jeito que stá, vai ser impossível avisar a todos por e-mail, peço desculpa e aproveito pra dizer que os números dos celulares do e-mail tão valendo, vc me encontra na cidade magavilhóóósa nesses números.
O LV vai ser liberado sem respostinha durante este período. É melhor do que atrasar demais, né?
É isso. Beijos enormes, eu espero me botar em dia semana que vem pra parar de tratar esse blog tão vergonhosamente mal.
Amor,
Fal.
Como se eu já não tivesse perdido coisas suficientes vai a Alice no LV, em private, me diz um amontoado de bobagens fofas e adoráveis e amadas (hahahahaha, ela nos chamou de jovens, Alice, minha filha, vc está on drugs, é isso? A regra fundamental do LV obriga vc a dividir tudo que vc consumir com seus calegas, faz favor de botar na roda - ali só tem velho caquético Alice, a Naty é um cotovelo, a Gisela só pela força da oração, a Maloca tá acabada, a Vera tá um lixo, o Rui é uma ruína, o Tavo tá gagá, a Juliana, um caco, eu tou só o pó - vc é nossa celebridade residente, amada, quem eu vou exibir se vc sumir de lá???), disse que ela fala coisas antigas e de forma antiga e que não frequenta mais o LV. Eu sei que algum de vcs, engraçadinhos fez alguma bobagem, mergulhou as tranças dela no tinteiro ou roubou a lancheira dela ou deu chiclé com tinta prela mascar. Façam o favor de pedir perdão pra Alice e de implorar a volta dela ao LV, sim? Eu não posso passar 24 horas fora que vcs judiam das meninas menorzinhas, seus monstros. (Alice, a gente não quer vc espiando, a gente ama mesmo vc, ri das coisas que vc diz, aprende coisas com vc, ensina coisas pra vc, se mete na sua vida, porra Alice, vc achou um LV mais engraçado que nóis, é isso?)
É o fim de uma era e eu estou arrasada. Já xinguei, né, eu já fui lá e já xinguei a Clarinha, mas claro que eu desejo dizer os mesmo palavrões pra Flavinha e pra Vivi. Essas meninas não respeitam as tias idosas, elas ainda vão me matar. Eu não tenho nada edificante pra dizer pra vcs, suas monstrinhas ruins, tomara que o cabelo de vocês resista à mais brava chapinha. Revortei.
Tem uns dias em que você chora até dormir. Sem filosofia, sem grandes explicações, sem blablablá. Pode ser de tristeza, de medo, de alívio. Provavelmente é de cansaço. Who cares? Você chora até dormir, depois você acorda, sai e vai resolver o que dá. E se na volta você chorar de novo, tudo bem.
*
Não, eu definitivamente não quero discutir a relação, analisar as variáveis, estudar os paradigmas, focar nos pontos principais, melhorar as relações, reavaliar as estratégias, sondar o terreno, pedir uma segunda opinião, deixar a massa adrede prepara, controlar danos, ajustar expectativas, listar dados, fechar poros, conter despesas, partir para o ataque, poupar o mensageiro, abraçar minha criança interior, adotar uma tecnologia, aparar arestas, ouvir o outro lado, traçar rotas de fuga, vivenciar papéis, transar aquele lance, esperar cinco minutinhos, rever os conceitos, justificar as escolhas, passar um cafezinho, cortar as pontas, avaliar as críticas, dominar os jargões, mudar os paradigmas, agir estrategicamente, agregar valor, inicializar um processo, respeitar os limites, instalar o equipamento, tentar só mais um pouquinho, ser uma boa menina.
*
Há de chegar o dia em que os editores vão parar de dar livro de humorista pra tradutor sem humor traduzir. Aliás, há de chegar o dia em que editor sem humor será legalmente impedido de sequer tentar lançar livro de humorista. Graças a deus eu tenho um Grouxo Marx traduzido pelo Zé Simão e volto lá sempre pra me consolar.
*
Falando em consolo, raguendáis de banana. Não sei o nome, é um daqueles nomes de frango que eles botam nas coisas, mas vá por mim. Raguendáis de banana.
Oizim.Tudo bem aqui?
Vcs foram bonzinhos e não deram trabalho pra babá?
Minas foi muito bom.
Tchô contar procêis cumaé que eu vou fazer. De novo eu vou liberar o LV sem comentários, só pra vcs verem que tão lá. Daí, devagar eu vou respondo o LV, leve o tempo que levar, certo?
O vôo atasou como o diabo e por conta disso umas coisas aqui ficaram atrapalhadas, então deois eu volto com mais calma.
Oi leitorzinhos do cabelinho castanho.
Assim, ó. Vou liberar o LV lido, mas não respondido. Quarta-feira de tarde, eu comento.
Tá bão?
Obrigada pelos votos de boa viagem, pelas gracinhas, tudo.
Cuidem bem de vcs mesmos.
Té quarta.
Fui ao sacolão com a Naty logo cedim. O sacolão dela é muito melhor que o Beco se você não levar em conta o fato dele não ter meu suqim de laranja espremidim na hora. Faz falta a garrafa do meu suco. Lamentável.
*
Agora nós estamos aqui no Beco trabalhando juntas. Ela trouxe o trampo dele, eu tenho cá o meu e nós mandamos bala para honra e glória do PIB nacional, cada uma nos seus afazeres. É bom quando a Naty vem trabalhar aqui, porque além da companhia, senhor leitor, é mais uma pessoinha pros gatos chatearem. Adouro. E a renite da Naty? Hahahaha, a mil por hora, a minha sina é ter amigas renitentas, eu, neste mundo de gatos carentes que querem colinho das titias. Aiai.
*
Falando ontem do Alexandre para um amigo que fez muitas perguntas sobre ele, eu soube de novo como eu gosto de falar nele e da falta imensa que ele ainda me faz e como ainda dói. Deus, como dói. Admiro profundamente esse pessoal que levanta e sacode a poeira, como nos ensinou o dr. Vanzolini (que além de Ronda e dessa música sensacional, inda escreveu boa medida de sambas deliciosos e nos ensinou que, 25 eu, francamente, achei barato :o)))) mas eu sou mesmo uma pessoa mais lenta que a média. Eu não estou pronta sequer para arrancar o esparadrapo, dói demais.
*
Opa, o céu está cinza chumbo aqui no Beco, senhor leitor. Vai chover e vai ser muito pelo jeito.