guestbook
email


dezembro 2011
novembro 2011
outubro 2011
setembro 2011
agosto 2011
julho 2011
junho 2011
maio 2011
abril 2011
março 2011
fevereiro 2011
janeiro 2011
dezembro 2010
novembro 2010
outubro 2010
setembro 2010
agosto 2010
julho 2010
junho 2010
maio 2010
abril 2010
março 2010
fevereiro 2010
janeiro 2010
dezembro 2009
novembro 2009
outubro 2009
setembro 2009
agosto 2009
julho 2009
junho 2009
maio 2009
abril 2009
março 2009
fevereiro 2009
janeiro 2009
dezembro 2008
novembro 2008
outubro 2008
setembro 2008
agosto 2008
julho 2008
junho 2008
maio 2008
abril 2008
março 2008
fevereiro 2008
janeiro 2008
dezembro 2007
novembro 2007
outubro 2007
setembro 2007
agosto 2007
julho 2007
junho 2007
abril 2007
março 2007
fevereiro 2007
janeiro 2007
dezembro 2006
novembro 2006
outubro 2006
setembro 2006
agosto 2006
julho 2006
junho 2006
maio 2006
abril 2006
março 2006
fevereiro 2006
janeiro 2006
dezembro 2005
novembro 2005
outubro 2005
setembro 2005
agosto 2005
julho 2005
junho 2005
maio 2005
abril 2005
março 2005
fevereiro 2005
janeiro 2005
dezembro 2004
novembro 2004
outubro 2004
setembro 2004
agosto 2004
julho 2004
junho 2004
maio 2004
abril 2004
março 2004
fevereiro 2004
janeiro 2004
dezembro 2003
novembro 2003
outubro 2003
setembro 2003
agosto 2003
julho 2003
junho 2003
maio 2003
abril 2003
março 2003
fevereiro 2003
janeiro 2003
dezembro 2002
novembro 2002
outubro 2002
setembro 2002
agosto 2002
julho 2002
junho 2002
maio 2002
abril 2002
março 2002
<< current


100 sal
abobrinhas on line
acontece fazer o quê
acontecível
adão
afrodite
alakazan*
alexandre soares silva
alto lá, cara pálida*
amargo
amarula com sucrilhos
amentecapta
amigos do joe
aquem da imaginação
aqui tem coisa
arquimimo*
arroz de leite
asterix
a teus pés
ATÉ O OSSO***
áurea
bananaetc
bar do moe
baseado nisso*
batata
batatada
bem feitinho*
bernardo
beth
bia badaud
biametta*
bianatriz
bilhetinho azul
biscoito doce
blocos da leila*
bloggete
bloggi
blogonews
blowg
bocozices da angélica
boneca de vestir I
boneca de vestir II e III
bonequinha da vovó
bricabraque
brinquedos lindos*
buscapé
cachaceiro*
caderno de sonhos
café com leite
café pinheiros
café
calvin e haroldo
caminhando e cantando*
carambolices
carolina porto*
canalha!
carol:life is life*
carolina porto*
carta aberta
casa da pri
casos e acasos
cat gallery
catarro verde
cavanhaque*
caverna da ogra
chá
changing rooms I
changing rooms II
chatterbox
cherish the day
chico buarque
classe média
clio
CLUBE DA LULU***
colombina
coluna brasil do bruno
COLUNA NO MEIO NORTE***
cora ronái
coral dos cavalinhos
correios
cria-minha
cybercook
daily
dani
danicast
daniel
dedo de moça
diário clandestino
diário do elir
diário de um bobo
diário do otaviano
dias de chuva
digital images
dilbert
disdizendo*
distraídos venceremos
doa a quem doer
dona dos gatos
dona maria da laura
dona meg
doutora tosca
dr.reis
dri spaca
dudi
eisenhart
elas
ella
elis
enfant de fleur
eninho
ensaios*
entrelinhas*
erika
ervilhas
escape da marly*
escrever por escrever*
escrotório
escuro
esquilinhos
estágio em jornalismo
ester
et alors
eu hein
eu pensando
eu que fiz
fabio
fagulhas
fernanda
fernanda rena
filmes glst
fique gelo
flor de baunilha*
flora
foco seletivo
folha
fotos da cristina carriconde*
fragmentos de mim*
fubangos & varzeanos
full giu
funny
futuro do presente*
fuso horário I*
fuso horário II
gabi
garota marota
gatinhos da liberdade
gatinhos de niterói
gato fedorento
gatos da Fabi
getty images
gilberto
gmerengue
google
guia dos curiosos
hallmarks of felinity
hannah
helenice*
heranças
hilda
idade da loba
imponderável
inagaki
interlúdio*
interney
interlóquio
ipsis
jobim na rede
joguinhos*
kaleidoscópio
kelzinha
kibe
la fille mal gardee
lado b*
laerte
lady
lanterna de diógenes
lau
leda cruz
leonel
letícia
letra morta
levanta rio
limite da razão
língua de fel
literato
livro da razão da mani
lu laredo*
lúcida casual da carla
lucila
lúcio lasca o léxico
macaca*
madureira
mãe ao quadrado
mãe de gêmeas*
mães
mafalda*
mais canela*
malouca
marca da zorra
marcinha
marianíssima
marília: my chronicles
marinilda
mário e patamona
marioca
marionete
matilda
mato tu onda
matraquilhos*
matusca
mau humor
megazona
MEGERAS***
melancolia
melzinha
menina da lua
meninas de 30
mess blog da deh
metade de mim*
meu lado meg
mil por hora
milady
milex
minduim
mmundo da lu
a moça e a criatura
momento da gilda*
monstrinhos*
mothern
mução
muié do mei do mato*
muitas de mim
museo nacional del prado
nadas
nan
não discuto
naty*
nega do leite
nem que chova
nervocalm
nhenhenhem
nigella I
norte sul*
noves da gin
oitava casa da vida da cons
observador
oncinha
one more
ora bolas
orelhão
outra parte*
pai da Tela
palavras tortas
palavras vivas
palmeiras centenárias*
papel de pão
paper toys*
parenteses da Van
pasquale
patinhos de borracha
pat na austr?lia
paula
paulinha c'est la vie
paz na terra da suely
pedra brasileira da li*
pequenas observações*
perdendo o juízo
periplus da adri paiva
pérola negra*
perolada
pessoas do século passado
picadinho diário
pinacoteca
pirão sem dono
piores blogs
pirata
pixels*
placebo
plástico bolha 1
plástico bolha 2
pó de estrada
ponto de fuga
por acaso
post scriptum
poucas e boas*
praia do nelson
priscilla
primavesi
prosa caotica
ps do ps
pura goiaba
puttanesca*
quem tem medo de baby jane
querido leitor
Rafael
razão e sensibilidade da bianca*
recanto da lua
reclames
relelot
relógio
reorganizer
revista speak up
rosa choque
rubens
rubia
rufus*
salón comedor
santo de casa
santo mário social club
saudade do presidente figueiredo
saudades dos 80
savoir faire
secretina
segredos
simplesassim
siri
só delírio da nanne
solo mio
sounds of silence*
slowly
tantos filmes
telinha
tem mas acabou
tempoimagin?rio
terra do nunca
terras do nunca
teruska
thomaz
tom
tralala
trapos coloridos
time
TSC TSC TSC***
tudinovo
uia a yara
ultramontano
universo corpo
vadiando
varal
vandinha
veia
verso avesso*
vida de bete
vita brevis
walkwoman
weno
wumanity
zazoeira

zel

online



web design

 

« setembro 2008 | Principal | novembro 2008 »

sexta-feira, outubro 31, 2008

Bah, acabo de morrer num ataque de frescura. Cêis já tinham visto o cartaz??

Virtual_Fal_Azevedo__BH


COMENTE! | 15:29

 



FAL EM BELO HORIZONTE

Amorecos mineiros, dia 04, terça-feira, eu vou participar do Sempre um Papo.
Sim, sim, sim.

dia 4, terça-feira, às 19h30 | Local: Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes. (Av. Afonso Pena, 1537, Centro). Entrada gratuita.

Por favor, se vocês puderem, vão. Tou me pelando de medo do nego fazer aquelas perguntas super intelectuais, de escritor sério e eu ficar "Ah.... dãããã.... ah.....", assim, se tiver amigo lá, na hora em que eu começar a falar dããããã, você gritam "Mengôôôôô!!!" e confundem a cabeça do apresentador.
Combinados?
recebam meu amor.
Vejo vocês terça-feira.

(Francisco, obrigada por ter me dado o linque)

ps: eu também acho que vcs devem ir ao Sempre um Papo, porque eu vou ficar só um cadim, um nada, um suspiro na capital de todos os mineiros (como diz nosso ídolo maquéssimo, o Dr. Reis) e aí a gente se via lá, todo mundo juntim, irmanado na mesma emoção, ou seja, ver a Fal apavorada. Porque é sério, vocês sabem, eu aceito participar desses troços depois fico em casa chorando de medo. Pro lançamento do Rio também foi assim. Essa noite eu sonhei que o apresentador, Afonso, né não?, esperava eu me sentar e dizia 'Você não ter vergonha de dizer que é escritora? As pessoas sabem que você não é isso.' Eu nem sei qualé a cara dele, eu nem lembro a cara que eu vi no sonho, mas eu vi a cara dele, dá pra entender? Acordei, levantei, fui com Baco ficar sentada no sofá lá da sala. Ficamos quase uma hora no escuro, Baco e eu, ele quieto de olho aberto, eu quieta de olho arregalado. Eu topo, eu fico toda nojenta de ter sido convidada prum trem importante desses, sério desses e depois eu fico num pavor desesperado. Eu sou uma jeca. Mas eu vou. Vocês sabem. Eu tenho medo de tudo, mas eu vou. Eu vou até cantar no karaokê carioca, meu deus. É isso. Eu sou doida, mas eu vou a tudo. Talvez eu vá exatamente porque eu eu sou doida, mas vamos deixar isso pra lá.
(pro lançamento do Rio eu sonhei que era atropelada por um ônibus, atravessando a rua pra chegar na livraria. Bem, pelo menos no sonho mineiro eu não morri, já foi um avanço)


COMENTE! | 13:58

 


quinta-feira, outubro 30, 2008

Houve uma vez uma Campinas

Eu tinha duas fotos aqui faz séééculos, esqueci delas.
Nóis em Campinas... quando foi, tia Silvinha? Setembro, né? Saudade de vcs, bonitas.

Luci e Fal, Campinas, 13 de setembro de 2008
Luci (linda, linda) e Fal

Fal e Bia, Campinas, 13 de setembro de 2008
Bia (isso, senhores é pele boa, isso sim, a pele dela é impressionte, ela é toda toda linda) e Fal

13 de setembro de 2008 - Campinas
Silvia que beija Fal que beija Inara, que é uma bandidinha e não beija ninguém, não escreve, não telefona e não aparece. A minha sina é amar caminhoneiros que não me amam.


COMENTE! | 15:42

 



mastigando gelo

Então. O Baco fica cheio de bolinhas por causa do calor. Ano passado ele ficou assim, em Caxambu, a Esther ficou agoniada, levou pro veterinário. Nada. Aí esfriou e a pele dele melhorou, ele ficou bonzim o ano todo. Com esse calorão, Esther, ele voltou a empipocar. Fomos pra veterinária, mas é o calor. Tem que tosar e deixar, não tem o que fazer. O Baco, por baixo de todo aquele pelinho braco é cor de rosa, pele de nenê. Levei Baco pra tosar hoje. Cheguei lá na loja pra buscá-lo, ele tava quase desmaiado de calor. Trouxe pra casa, dei soro caseiro, molhei o focinho e as patinhas que nem a veterinária mandou (eu liguei pra ela histérica quando cheguei... gente sem filkho é um caso sério com os bichinhos de estimação.... eu acho que a gente fica meio doido). Agora ele tá na almofada, com 300 ml de soro caseiro no buchinho, curtindo o ventinho do ventilador. Eu sei, eu sei, Esther, quando a revolução vier eu tou no sal.
*
Hoje é um daqueles dias que se tivesse show do Premê, eu ia.
*
Honra, meus filhos, se lava com sangue.
*
Então, né. O cara se casa com uma mulher maravilhosa e linda de 1,82 de altura. Entenda, ela já tinha essa altura quando casou com ele. Ela não cresceu depois de casada. E daí, haha, o cara faz a maior cena do planeta terra porque a moça usa salto. Mas, meu filho, onde você estava no dia do casamento de vocês? Ausente de seu próprio corpo? Eu não aguento essas coisas. Eu tenho bem menos de 1,82, mas bem menos mesmo, mas eu era mais alta um cadim que o Alexandre (meu coisudinho tinha 1,68). E, ai meu deus, ele simplesmente adorava quando eu usava salto. Adorava. Eu nunca vou entender, meninas, como é que vcs se casam com esses babacas. Que ainda dão piti em público. É muita vontade de casar, muita. Rá.
*
Vou trabalhar. Os prazos tão me comendo por dentro, mas qualé a novidade mesmo?
Eu tenho que dar conta dessa jeba até dia 06 pra Silvana ter tempo de revisar e me devolver, preu re-mexer e mandar pro cliente. Vai lacraia, vai lacraia.


COMENTE! | 13:28

 


quarta-feira, outubro 29, 2008


Faz 15 horas que eu estou en esta computadora. Então eu vou ver Davislétimam bem enroladinha e dormir. Entra uma brisa friinha pelo meu janelão, baco dorme em formato de bolinha no travesseiro de papai e os gatos amontoados dormem no cadeirão. Foi um dia bom para o trabalho, eu tive ajuda. E ainda chorei com a carta da C* (não sei se ela deixa dizer o nome), mas chorei mesmo, de soluçar.
Era isso, vou dormir umas horinhas.
Amanhã é amanhã é amanhã.


COMENTE! | 01:00

 


terça-feira, outubro 28, 2008

Correio Elegante

Bárbara diz:
Fal, lendo sua conversa ontem no blog, me ocorreu de perguntar
Fal diz:
Oi querida!
Bárbara diz:
Vc tá com mapa que ensina a gente a achar namorado virtual?
Fal diz:
Hahahahaha, eu amor? eu não mexo no pecado, como diz o Wandi naquela música. E ainda que eu quisesse, amor, o pecado não me quer.
Bárbara diz:
Mas a moça não tava te perguntando onde arrumava um namorado virtual?
Fal diz:
Mas amada, você acha que eu sei onde achar essas coisas?
Bárbara diz:
Ah, sei lá
Bárbara diz:
Achei que você pudesse me ensinar onde achar mocinho bem magrinho, de cabelo comprido e meio hippie
Fal diz:
HAHAHA!!!
Fal diz:
Meu benzinho!
Fal diz:
No tempo em que eu estava no mercado, veja bem, há priscas era, meu alarme só disparava com moços bem grandes, de terno, cabelo curtinho, e empregos bem caretas
Fal diz:
E que só não faziam a barba de final de semana
Fal diz:
E isso faz séculos, amor. Hoje sou casada com Baco, o cãozinho de pelúcia.
Bárbara diz:
Mas Fal, seu blog tem tanta visita
Fal diz:
Eu aviso lá, Bárbara, o primeiro ripongo cabeludinho que aparecer eu mando te procurar. Tem preferência de idade?
Bárbara diz:
Menos de 30. E solteiro, né?
Fal diz:
Considere o recado dado
*
Juro por Deus que eu tenho trabalho, gente. Eu juro, eu juro.


COMENTE! | 21:38

 



Meus muito amados leitores
Estou conectada há mais de uma hora e meia e, neste tempo, mal consegui liberar 3 recados do LV. O lépis já esquentou, o leite já derramou e minha internet naquela lama. Então vcs me perdoam se eu liberar o LV sem recadins de amor, né? Eu preciso trabalhar muito, muito e não dá pra contar com a CLARO.
E o speedy que chegava em 72 horas?
Faz uma semana e não chega.
Sério.
Isto é um sinal claro (sem trocadilho) que eu preciso ir embora de São Paulo, nada aqui funciona.

amo-lhos (como me ensinou a dizer a doce Bela)

vossa F.


COMENTE! | 15:18

 



Meninos eu vi

Vestido branco de manchinhas pretas, sandália glamour (gente glamour mesmo), coque banana, batom cor de vinho. Montada, não eram nem nove da manhã, a Célia da minha mãe estava ajudando o moço a carregar os canos da casa que ela comprou e está reformando (ela comprou a casinha que fica exatamente em frente da nossa, Naty, me lembra de te apontar no sábado). E ela tá reformando. Não sei se pra alugar ou pro filho dela morar. Gente, o Beco do Piolho sobe 7 pontos na escala féxion quando a Célia da minha mãe carrega cano com o moço - com todo o respeito. E depois veio tomar café com Maliu. Assim que Maliu me contar os assuntos debatchidos, eu conto pra vocês.


COMENTE! | 14:05

 



Alvorada lá no beco, que beleza.

Oi leitorzíneo fofo, tudo bem? Bom dia.
*
Eu já andei Baco. Eu já lavei a garagem. Agora eu vou tomar banho e vou pra rua, leitorzinho dorminhoco.


COMENTE! | 06:59

 


segunda-feira, outubro 27, 2008

nem fróide póide

Tem psicólogo de RH indicando o Minúsculos como leitura pros funcionários. Em empresa grande, meus patinhocos fofos. Vejam vocês o que é a vida. Mais um pouquim e eu tou no circuito de palestras daquele tiozim dos zói estufado. Como exemplo do que os funcionários não devem se tornaR, é evidente. Ele vai apontar pra mim e dizer pra eles 'Nãão!' e eu vou bater as pestanas.


COMENTE! | 22:02

 



Nothing seems to fit

Baco, janeiro de 2008

Talvez, hoje apareça o tal do moço do chuveiro. Quem sabe.
*
Claudia Lyra diz:
Fal... eu tô gamada no brógui do Caetano Veloso
Fal diz:
uias
Claudia Lyra diz:
gente... eu paxonada nele
Claudia Lyra diz:
será que o chico também tem brógui?
Fal diz:
só deus sabe
Fal diz:
acho que não
Fal diz:
ele usa o tempo dele em atividades dignas e que elevam o espírito, só imbecil que nem eu faz blog
Fal diz:
o chico usa o tempo dele bebendo
Fal diz:
e comendo a mulher dos outros
Claudia Lyra diz:
huahuahauahuaha
*
Elaine diz:
ta dificil de subir a ladeira hoje?
Fal diz:
eu nem tentei
Fal diz:
tou sentada na calçada lá em baixo
Fal diz:
comendo um chica bom depois do outro
Fal diz:
e vestindo calças de elástico, por supuesto
Elaine diz:
o chica bom ajuda? porque tem dia que nem o Brad Pitt
Fal diz:
o Goren não responde meus telefonemas
Elaine diz:
huahuhuauua sabe que eu amo ele tb???
Fal diz:
De modos que só na base do chica bom virtual
Elaine diz:
morri de pena de toda desgraça que aconteceu no último episodio
Elaine diz:
ele bem que precisava de uns chica bon
Fal diz:
Quem? Meu Goren? Todas amam meu Goren.
Fal diz:
Aquilo é homem que ocupa a cama toda
Elaine diz:
huahuauua
Elaine diz:
ai Fal não aguento, só vc mesmo pra conseguir dizer essas coisas na atual conjuntura
Elaine diz:
já estava na hora do Goren responder suas ligações
Fal diz:
hahahaha, é o lema do Bozo, pequenina, sempre rir
*
e. diz:
Faaaaaaal alguma chance de eu conseguir um namorado virtual?
Fal diz:
Ah?
e. diz:
eu não quero sexo. só alguém que me mande e-mails lindos de vez em quando e que mande recadinhos no celular e que que me dê uma esperança no coração. Aquelas que agente sabe que nunca vão se realizar, mas que empurram o dia para a frente.
Fal diz:
Hum. Empurrar o dia pra frente. É isso mesmo.
Fal diz:
Entra num desses sites de namoro
e. diz:
Hahahahaha, eu não, só tem homem querendo motel no meio da tarde. Eu quero um namoro de pegar na mão.
Fal diz:
E mão virtual ainda por cima. Te entendo completamente, querida.
Fal diz:
Também acho ótimo
Fal diz:
Não se fazem mais namorados virtuais como antigamente.


COMENTE! | 19:10

 



Calçada

O marido da Tela já nos ensinou: não se guarda lixo dentro de casa. É ruim? Não leia. Te irrita? Não converse. Você não concorda? Afaste-se. Não perca tempo, calorias, humor e neurônios tentando entender gente doida, irritando-se com coisas que você não concorda, aturando os imbecis. Isso endurece as artérias, desgasta, cansa. Lixo é na calçada, senhores leitores, sempre. Na vida civil, na vida virtual, não importa: só o que nos faz felizes, sempre que possível, só o que fala aos nossos corações, só o que dá prazer.
Paz, meus bens.
Vamos em frente, a semana nem começou ainda.


COMENTE! | 14:50

 



Alexandre Azevedo Cardoso

"I woke up this morning, baby
I had you on my mind "

Joe Stafford, Jr.


Hoje vai ser uma lenha, amores. Força na subida para todos nós. Eu, pelo menos, vou precisar. Hoje vai ser uma lenha.


COMENTE! | 05:24

 


domingo, outubro 26, 2008

It´s a jungle

Cabô de começar a temporada nova do Monk com o delicioso H. Elizondo de terapeuta.
*
(carioquinos, se eu li certo no Idelber, deu Paes aí? Eu sinto muito. Consolem-se pensando que vcs tinham 50% de chance de ter uma boa eleição. Aqui em SP não temos nenhuma.)
*
Alguém sabe de bons cursos de cinema em SP? Para roteiristas, diretores. Coisa assim que dure alguns meses, não anos, porque a Isa não quer fazer cursos loooongos. Se alguém souber, pode me contar? Qualquer coisa pra Isa voltar logo pro Brasil, leitorzim saudoso.


COMENTE! | 19:00

 



era um domingão

para_fal

"Oi coração! :D
Agora tem seu livro na Saraiva de Juiz de Fora, no Shopping Independência. Não sou besta, peguei o meu rapidim.
Eu, que sofria de siricotico de pelanca, enfim, vou poder ser seu livro! E te espero aqui dia 20 (em Caxambu) pra você dar uma beijoca nele, ósbio.
Amor, muito e sempre,
Grace Araujo"

*
A Isa viaja
*
Eu sou uma vergonha cívica, você sabe bem disso, leitorzinho patriota, mas para compensar meu descaso e minha alienação saltitante e voluntária, o professor certamente fará várias análises, cobrirá os lances e tale e cousa e cousa e tale. Se você for meio milímetro menos deleixado que eu, você deve ir lá e ler tudim. Concorde ou não concorde com o professor, você vai ver que aula de escrita, de análise política, de tuda. :o))
*
Aliás, é recado do altíssimo escalão da Rocco: eles fizeram uma nova fornada do livro, de modos que, se seu livreiro - em qrr lugar do mundo - te falar que pede e não recebe, manda ele deixar de ser mentiroso, pq se pedir com jeitim, a Rocco dá tudo. Com todo respeito.
*
Para quem acompanha essa novelinha desde maio, saiba que as sandálias da filha da Helga CONTINUAM no meu carro. Sim, eu esqueci de novo.
*
Ah, que não vai ter Pograma Leseira. Após a gravação, as meninas foram editar o material: minha voz ou some ou tá cortadíssima. Agradeçam à Claro e sua internet de quinta.
*
Sábado eu e Davi nos conhecemos. E tivemos uma longa e séria conversa a respeito do cosmos e da finitude humana, de times de futebol e do RIo de Janeiro, da crise mundial e das viagens que ainda faremos, dos rumos da civilização ocidental e do formato das chupetas. Foi um encontro de almas. Davi não é de muito falar. Ele é grave e circunspecto, sempre com um olhar inteligente no rosto. É um senhor solene. E tem coxas grossas. E lindas mãos. E lindos pés. Meu tipo de homem.

pe do davi
pé de Davi


COMENTE! | 15:23

 


sábado, outubro 25, 2008

És um senhor tão bonito

Isa e Fal, Ofner, av. Ibirapuera, 25 de outubro de 2008 - Aniversário da Isa

Eu conheço a Isa há anos. Muitos, muito anos. Eu só abracei a Isa hoje, mas eu conheço a Isa há anos. Muitos, muitos anos.

(Querida, espero que você tenha um dia incrível, muitos dias incríveis, dias felizes no Brasil e um doce aniversário. Muito obrigada por me deixar abraçar você hoje. :o)) )


COMENTE! | 14:52

 


sexta-feira, outubro 24, 2008

Estamos gravando o Pograma Leseira neste minuto e a Esther e a Ana Laura fazem a voz de Antão e Peixoto, meus neurôninhos fofos. É de rolar de rir. Assim que estiver no ar eu aviso.


COMENTE! | 15:10

 



sexta feira correndinho

Se não dá, não dá. Sigamos em frente.
*
Banho frio, senhores. Banho frio forma o caráter da pessoa, mesmo no verão. Um homem que saiba trocar a resistência do chuveiro faz falta demais na vida, eu digo.
*
Quando tudo falha, Telinha se paresenta. Ela me mandou a foto mais linda, duma girafinha bebê beijando a mamãe e aí meu dia melhorou.
*
Sabe aqueles dias em que a Lígia seria tudo na sua vida? Hoje. Eu preciso tanto da Lígia que me dá vontade de gritar. Eu sei, eu sou egoísta e auto-centrada e fútil. Mas deus, eu precisava da Lígia hoje.
*
Cadê a doce Isa que não me escreve, meu deus? Ô mulé e nóis, e nosso amor?


COMENTE! | 13:52

 


quinta-feira, outubro 23, 2008

hoje só amanhã

Tadim do Goren, gente, tão sofridinho. Ô mô bem.
*
A chuva aqui no Beco tá de assustar.
*
E a SKY saiu do ar, por supuesto.
*
Mas deu tempo de ver o Goren. Que lindo, que lindo.
*
Chuveiro queimado. A velha e boa cabeça de burro enterrada debaixo da garagem, senhores.
*
Leitorzim fofoleto, você credita que, com o mundo de coisas que eu tenho pra fazer, eu ainda tou fixada no jingle da Fia. Ouvi de novo hoje. Só faltou dizerem no final que ela tem boa aparência, é limpinha e tem as coisinhas dela. Ah, o partido dela tem muito dinheiro, muuuuito (não bufem, filiados, tem sim), podia pagar uma coisinha melhor, vá. É o que eu sempre digo: o cara fazer vá lá, mas o cliente aprovar... isso me mata.
*
Quando eu trampava em produtora e pegava uma treco muito muito muito ruim e de baixo nível pra fazer e reclamava, o Rui me vinha com ateoria do cafezinho. Ele explicava que em algumas agências funcionava assim: mostrava os trens todos pro cliente e falava, falava, falava até o cliente ficar zonzo e aí mandava: 'Vamos tomar um cafezinho?'. Quando a patuléia levantava toda pro tal café, nego ia lá e zap, mandava a idéia mais sem-vergonha pra produção. A produção pegava aquilo, via que era um lixo e terceirizava pra gente. E voilá, a gente tinha mais um job. É uma bela teoria. No caso do jingle da candidata, não foi um cafezinho, claro, foi um ataque de sono generalizado, feitos os ataques de sono que o Garfield tinha, lembra leitorzim véio, às vezes em cima da lasanha?


COMENTE! | 22:10

 



Leche de almendra

Hoje é quinta-feira de Robert Goren, irmãs. Escova? Ok. Pernas? Depiladas. Unhas? Feitas. Camisola? Nova.
*
Um amigo que realmente ama você, do fundo do coração, não telefona para dizer 'Estou tomando um copo gigante de horchata instalado na nossa rambla'. Isso é coisa de quem não é de Jesus. Um homem temente a Deus e puro de coração não faria isso, eu digo. Especialmente quando a amiga está no trânsito mais calorento-grudento do universo, no farol da ponte do Morumbi.
*
Baco ama o beiralzinho dele, fica lá controlando a vida dos vizinhos e fuzilando os inimingos. Que cachorro fofo, meu deus.
*
Clientes são criaturinhas do Senhor. Repita comigo.
*
A loja da Fachga fechou ali na quebradinha da Francisco Morato? Como assim, Bial? O mundo acabou pra recomeçar em outro lugar? Ou não? E meu chocolate com creme de menta fica como? E meu chocolate com pimenta quem garante? A Vila Sônia caiu em desgraça depois que eu sai de lá, eu digo. Se não fosse o xerox da japonesa e os meninos mais fofos da melhor agência de correio e a terapia e a manicure e a loja de produtos japoneses e o catchorro quente inspiracional na USP (a USP, como todos sabem, pertence à grande Vila Sônia) eu não botava mais os pés lá.


COMENTE! | 14:29

 



Oi
Tá. É chatice de viúva véia, eu sei. Deve sim ter um sentido e fui eu não entendi a propaganda da mocinha esfregando o chinelo de dedo na cara. Só eu tenho nojo daquilo?
Bom dia.


COMENTE! | 09:31

 



alalaô

Leitor bem feitim de corpo, que madrugada quente é essa? Como a pessoua humana a nível de criatura traduzir os trequins que deus manda neste baita calor? Jamais saberemos.
*
Posso estar enganada, quase sempre eu estou, mas acho que liquidei o LV. Vai pra página 5, 6, sei lá, tem coisa nova latrás.
*
Depois duma burrice monumental que eu fiz hoje, a Pipa me disse a coisa certa: não dá pra esperar que a criatura durma 3 horas por noite e não esqueça endereços, livros em cima do balcão da papelaria, números de telefone e a água que seca na chaleira. Algum preço eu ia ter que pagar. Paguei. Tou pagando.
*
Faxineiras. Pergunto com o maior respeito: elas têm um radar que avisa exatamente o dia em que não devem faltar e daí elas faltam? Tipo assim? Né possívis.
*
Eu vou voltar pro chuveiro pra depois continuar aqui, porque não tá rolando. Calor demais.
(e os gatos querem dormir em cima de mamãe enquanto ela trabalha, claro, pra fazer mais um bafinho, hahahaha, credo, gato é bicho fofo, mas esquisito)


COMENTE! | 03:31

 


quarta-feira, outubro 22, 2008

para a Alma, gigantescos assassinatos e uns copos de vodka

Alma, querida. Quem disse que eu aprendo?
Porrada sempre é bobagem. Quanto mais a gente leva, eu acho que a gente se acostuma, sabe? Mentirosos os que afirmam que aprendemos com a experiência, que aprendemos a evitar as roubadas. Nada disso, se aprendemos alguma coisa é fazer doer mais fundo, mais doído, mais sem cura.
Ângela



COMENTE! | 21:09

 



um pedido
Amores, por favor, pelo amor do deus em que cada um acreditar, não me mandem e-mails dizendo 'ai, tou me sentindo rejeitado pq vc não respondeu meu e-mail/não apareceu meu recado no LV'. Nenhum, nenhum dono de blog responde comentários que nem eu. Nem emails. Quando eu respondo é com o maior amor. Mas caras, eu tou dizendo faz meio século: minha internet é ruim. Cada recadim no LV leva séculos pra responder, e a internet cai e volta e cai. E, haha, eu ainda tenho que trabalhar, pq eu amo meu blog muito, muito, eu me dedico enormemente a ele, mas ele não paga nenhuma mísera conta, nada. Então, não façam assim, porque eu morro de aflição com cada resmungo em cada e-mail e recado de LV e e realmente não vou mais rápido porque não dá. Guentem, a salvação virá.


COMENTE! | 18:51

 



boicote

É assim: a minha internê não conecta. E quando conecta, fica só uns minutins viva. Então, até o final da semana que vem, quando o beco será proprietário duma maquininha de ispidi e eu já terei passado uma cantada no airoso Gaspar para que ele venha aqui me render, o LV caminhará a passos tartarugais.
E os e-mails?
Os e-mails, seguinte: eu quase não consigo adentrar ao gmail. Então, se eu já era lerda com e-mail antes, nobre e belo leitor, imagine agora.
Poisé.
*
LEITORES DE NATAL!!! Tem Minúsculos na Livraria Saraiva do Shopping Midway Mall. Hahahaha, belo nome prum xópim.
*
Alguém me acode e me diz que foi alucinação e que eu não ouvi a propaganda da Fia no rádio dizendo que eu devo votar nela porque ela tem sabedoria de mãe e sensibilidade de mulher. Por favor, leitor caridoso, tenha pena de mim. Quem e em nome de que Deus, cometeu esse jingle? De quem é a concepção dessa campanha? Como dizia meu pai, ateu dos quatro costados, vamos todos dar as mãos e rezar um Pai-Nosso, porque não há mais nada a fazer. Se ganhar, será apesar da campanha. Se perder, bom, era de se esperar, quem quer mesmo ganhar, não faz uma campanha assim. Não faz. É o inconsciente dela boicotando, vai prum divã, Fia.
*
Volta pro Brasil, Rui, volta e vamos trabalhar, vc vai ficar muito rico, porque só tem gente ruim nesse negócio. Vem amor, me dá emprego. Essa foi de lascar.


COMENTE! | 17:09

 


terça-feira, outubro 21, 2008

Uia

kflyer
*
Eu nem sei porque é que eu atendo o telefone. Fal, 37 anos caindo em roubadas, sempre que possível.
*
A Vera, por conta duma coisa que eu tou escrevendo, permitiu que eu mexesse na correspondência de amor entre ela e o Alexandre. Ai, que coisa boa ler aquilo tudo.
*
Alguém me perguntou no msn se dia 9 eu ainda vou estar em BH, a conexão caiu e eu não dei conta nem de responder e nem de lembrar quem foi que perguntou: mas ó, não. Dia 9 eu não estou mais em BH e nem em Sampa, dia 9 eu tou no Rio.
*
O LV, eu sei. Mas gente, não dá tempo. Simples assim, não dá tempo.
*
Gente que você adora se dando com gente que você detesta. Ainda que você deteste o cara porque, num idos de março daqueles da vida, ele deu de bica no seu tornozelinho de cristal, vá lá e que, portanto, você racionalize que sua raivinha é justificada, não importa. Gente que você adora se dando com gente safada. Nunca é uma equação fácil. Não é só o problema operacional 'se ela for eu não vou', isso eu nem discuto, se ela for eu não vou mesmo e fim. Mas é mais sério e mais grave. É aquele espanto de não entender como a pessoa não vê o óbvio, o claro, o que grita. Hahahaha, claaaaaaaaaaaro, o óbvio, o claro, o que grita pra você, não pra ela. Mas, racionalizar é viver, sempre, e você se pergunta se a pessoua realmente não vê o que tá ali, ridiculamente exposto. Eu, que não sou perfeita, nunca fui, nunca serei, confesso: mesmo não sendo racional, mesmo não sendo o que deveria ser, perco um cadim do encanto quando vejo um amado meu sorridente de braço dado com safado. Bobagem, mas morre um pedacim. Vira sim um militrimim menos amado. Ou um militrimão, vareia.


COMENTE! | 16:56

 



Sobre O tempo e o vento

Fernanda Pupo diz:
Fal! É o ***, Fal! O *** é o próprio Érico, assim como Alma é você??? Fal de deus, to aprendendo mais da hist. do brasil com esses livro do que a pobre prof regina me ensinou no colegio
Fal diz:
HUAUHAUHAUHUAHUHAHUA
Fal diz:
EU SEI, EU SEI
Fal diz:
comigo foi assim tb
Fal diz:
eu comecei a ler com 18 anos e nunca mais parei


COMENTE! | 12:18

 



a metafísica da cousa

Klawdya diz:
será que eu vou pro inferno fal?
Fal diz:
certamente
Fal diz:
junto comiga
Fal diz:
mas tudo bem
Fal diz:
pq o ale vai tomar conta da sofofa no céu
Klawdya diz:
então tá tudo dominado... pq olha... acho que só Ale, Sofofa e Nessa vão pro céu
Fal diz:
isso
Fal diz:
e telinha
Fal diz:
o resto da cachorrada, inferno


COMENTE! | 11:45

 


segunda-feira, outubro 20, 2008

A mais bonita

A mais bonita faz aniversário hoje.
Te amo, bebezinha, te amo.
Palabéns.


COMENTE! | 13:38

 



El Paredón

Fal diz:
quer morrer? eu tava mesmo escrevendo pra carla
Juju diz:
ahn....
Fal diz:
eu tenho uma sandália dolce e gabana que o alexandre me deu no nosso primeiro natalFal diz:
depois de fazer o maior discurso pra vera sobre ser contra um tenis de 1600 reais
Fal diz:
eu tenho uma sandália dolce e gabana bem, mas bem mais cara que isso
Juju diz:
huahuahuahauhauahuahuahauhaua
Juju diz:
vc é luxo poder e gloria meu amor
Fal diz:
é, quando vier a revolução eu vou pro paredão, juntos com os negos que botam cachorro em creche.
Juju diz:
hahahahahaha
Juju diz:
minha irma vai estar lá, pode crer
nao adianta ela ser vegan e pregar a sustentabilidade
Juju diz:
ela poe o cachorro na creche e deixa o radio ligado rpa ele nao se sentir "sozinho" em casa
Fal diz:
huahuhahauhuah!!!


COMENTE! | 09:33

 



Oizim!!

Oi meu leitorzinho feito de delícias.
Vc teve um final de semana divertido?
Comeu bastante bobagem?
Riu até a coca-cola sair pelo seu nariz?
Ah, essa fui eu. Eu tenho um dom.
Então tá, vamos trabalhar.
Com horário de verão e tudo, com cliente mau e tudo.
Vamos trabalhar.
Temos muito-muito trabalho mesmo, ainda bem.
Tou aqui.
Besos.


COMENTE! | 08:26

 


domingo, outubro 19, 2008

Em Brasília, 19 horas

Horário de verão, né?
Ô Mani ai num tem, tem?
O Henrique num tem nenhum irmão solteiro que queira casar comigo e me levar pra morar aí??Diz prele que eu juro que o casamento só dura até fevereiro, em fevereiro o Vaticano anula e eu venho embora.
Odeio horário de verão.


COMENTE! | 15:16

 



salto quadrado

A lindíssima dra. Tati me ensinou: o treco em Sto André não foi sequestro, foi cárcere privado.
*
Aquele recursim que permite que você saiba quem bisbilhotou no seu perfil orcuteano é meio pavoroso: tem um pessoal que eu prefiro não saber que tá mexendo lá, na boa. Este é um daqueles casos onde a ignorância é uma benção.
*
Eu fiz as unhas, pintei de cor de vinho e fiquei com as mãos da minha avó, Dona Cida. De vez em quando eu faço um gesto e me assusto.
*
Onde está meu Alexandre quando eu preciso cantar a música do 'minha cabecinha dói, quando á de manhã-nhã...'?? Uma das piores coisas da morte dele são as piadas, as musiquinhas e os nome que se perdem, porque eu não tenho com que dividir.
*
O trampo chegou numa parte deliciosa e tou traduzindo texto sobre os etrscos, que junto com os cartagineses (na verdade, os fenícios), são meus favoritos para todo o sempre.
*
São Paulo está no tempo certo pra sopa.
*
O faz-tudo da mamãe desceu um monte de coisas do sotão, Carla e Claudio. E vocês não tem noção do tanto de sapato lindo, lindo que eu nem lembrava que eu tinha. Ai, que delícia. Tão bom levar um susto desses. Já tenho cathiguria pra sair com vcs, meus lindos.


COMENTE! | 09:19

 


sábado, outubro 18, 2008

Um oi sabadal

Reclamei do ar seco e pimba. Veio um dilúvio. Rá.
*
Nosso lugar preferido, nosso canto de café da manhã, vai ser fechado.
Hoje foi nosso último café da manhã lá.
Passará por uma reforma, reabre em mais ou menos um mês, mas não se sabe em que esquema.
Nhé.
Precisamos urgentemente doutro quartel general.
E eu tenho que arrumar um lugar bacana pra levar a Isa semana que vem.
*
Ah, sapatos. Sapatos.
*
Sapatos.
*
Hum, sapatos (momento Homer Simpson)


COMENTE! | 16:14

 



no morro da casa verde a raça dorme em paz

Não chove chuva de gente grande e o ar seco craquela minha boca.
*
Levando em conta a atuação da moçada neste sequestro em Sto André, vamos combinar que ficamos todos mais seguros se a puliça continuar em greve.
*
Meu leitorzinho moreno de barba por fazer e cabelinho bagunçado, dexô dizer uma coisa: não adianta manda e-mails choraminguentos e recados tristecos no LV: infelizmente a parada tá demorada sim. Eu tenho que trabalhar. Eu não quero, entenda, mas eu tenho que. E a Claro, essa internet pavorosa que eu não recomendo a ninguém, demora 200 anos pra conequetar – e quando conequeta, fica viva por poucos minutins. De modos que, as respostas demoram mesmo.
*
Mas não desistam, porque quem espera sempre cansa, haha.
*
Bem, não estou totalmente privada de meus mais básicos sentidos: eu ainda sou capaz de reconhecer um babaca de longe.
*
Hum, é hora de nanar, leitorzinho magricelo. Hoje não vai dar pra ver o dia chegando; tou só o pó. Se bem que nessa altura da madrugada, já dá prouvir galo cantando, porque eu não sei se já contei, a moçada cria galinha solta na avenida ali no beco. É. Se eu não tivesse tanto medo dos traficantes, fotografava procê. Aiai.
Dorme bem, pequeno leitorzinho nenê


COMENTE! | 04:27

 


sexta-feira, outubro 17, 2008

cheguei ni casa

O trânsito no Brooklyn? Eu não quero falar sobre isso.
As contas que eu paguei? Eu não quero falar sobre isso.
O barulho misterioso que Torresmo faz? Eu não quero falar sobre isso.
Os brincos que o Tavo mandou pra mim do Egito? Eu quero falar sobre isso. Léééééndos, brincos de estrela de cinema.


COMENTE! | 16:07

 



Bom dia nada custa ao nosso coração, é bom fazer feliz o nosso irmão

Quando eu tinha uns 14 anos, meu amigo Stra ensinou, ao Pedrão e a mim, a cantar esse bom dia. Acho que é dos escoteiros. O bobo do Pedrão canta isso até hoje. E eu, boba igual, canto também.
*
Noite passada não foi quinta feira de Robert Goren. Péssimo.
*
Durmi 4 horas inteirinhas, leitor e vou pra rua. Se os puliça deixarem.
*
Mas eu volto. Fiquem bons como esquilos.


COMENTE! | 07:35

 



in the velvet darkness

Leitor adorado, do narizinho bonito e do cabelinho de menino, oi.
Sua madrugada tá boa?
A minha tá quente.
Baco dorme encolhido no travesseiro de papai.
Os gatos fazem bolinho na cobertinha de bichinhos sobre o bauzinho (como pode, meu deus, neste calor???).
E eu, descabelada, com a tecla sap acionada, traduzo, traduzo.
Cabô o Davis Létis, vou ligar o West Wing.
Ah, nada não, só quis vim dar aquela sastifação báseca da minha vidinha pequena procê.
Hoje é quinta feira, você gandaiou, leitorzinho soltinho?


COMENTE! | 02:24

 


quinta-feira, outubro 16, 2008

Para quem precisa

É o calor, coitadinhos. Essa confa entre os puliça de São Paulo, isso é culpa do calor. Tá demais, os meninos ficam irritados e brigam. Drops propõe que os meninos sejam postos em banheirinhas na sombra, lá no quintal, com os briquedinhos, o patim de borracha, um bola.... Isso é irritação do calor, eles devem até tar assadinhos.


COMENTE! | 21:46

 



Hoje

Hoje é um daqueles dias em que zanzei por aí e não fiz nada direito.
Quase seis da tarde e foi um dia de sustos, coisas feitas pela metade, pensamentos desconexos.
Que droga.


COMENTE! | 18:31

 



Ó
Liberei um tantão de LV, páginas 10, 11, 12 tem coisa nova, por favor perdoem, eu não comentei de um em um senão não ia dar tempo. Perdoem. Escrevam de novo, me puxem a orelha, agora tá dando pra respirar e a gente conversa meió.
:o))


COMENTE! | 17:12

 



.doc

Eu já contei pra você, leitor calorento, que eu odeio o word do alta vista? Não? Pois ele está me deixando louca. Eu não tenho qi prisso não, meu filho.


COMENTE! | 14:55

 



Com Nora Ephron, de madrugada

Vera perguntou:
- Por que você acha que deve transformar tudo em uma história?
Então eu disse a ela:
Porque se eu conto a história, eu controlo a versão.
Porque se eu conto a história, posso fazer rir, e eu prefiro fazer você rir de mim do que sentir pena.
Porque se eu conto a história não dói tanto.
Porque se eu conto a história, posso suportá-la.

em Heartburn


COMENTE! | 02:55

 



creme para a área dos olhos

Então que eu tava mesmo trabalhando, mas aí a Merryl Streep resolveu de dar pro Clintistuudê, e me bagunçou aqui todo o esquema. Ai, deus.
*
Respondendo ao LV, com quase simultâneas 5 questões parecidas: não, amores, Rui, Vera e Elô (hahahaha, Elô), não são meus alter-egos, nem minhas criações (embora eu fizesse gosto). São pessoinhas que existem, têm problemas e soluções, cep e, no caso do Rui, lamentável cara de bobo. Eu respeito profundamente quem não se expõe na rede ou fora dela, quem usa nome falso (caso dalguns), quem não exibe foto e quem não dá e-mail. Temos vários comentadores assim, alguns tão mocadinhos que só comentam no private ou, rá, por e-mail. O Drops respeita, não posta fotos sem autorização e acha mesmo que parte do charme da vida virtual é esse segredo todo. Um dos motivos que faz você, meu leitorzinho atraente e e lisinho, voltar ao Drops de novo e de novo, é que a gente deixa o caboclo livre para ele ser quem quiser, como quiser, se quiser. Não quer dar nome, endereço, foto e outras mimosas partes da anatominha, não dê. Ninguém aqui é da puliça. Mas enfim, esses três, pelo menas, são pessoas de carne e osso, e, no caso do Rui, banha também.
*
Eu posso ouvir Dorival Caymmi até o mundo acabar, de novo e de novo e de novo. Que homem, meu deus do céu.
*
Hahahahaha, a grande jornalista muderna e propagandista de modess, leite em pó diet e quejandos está aqui, bem na minha frente, falando em 'baixa-estima' e 'alta estima' (com 'L', com 'L'). A moça tem um pograma, caras. Um pograma todinho. O mundo é um lugar delicioso, eu adouro.
*
Ah, eu já amei um homem chamado Frederico.
*
Filhos, estou aqui ensaiando Jane&Erondi na loucura. Vai alguém testemunhar a derrota da educação que minha mãe me deu naquele karaokê?
*
Vamos voltar para o trabalho? Va-mos!!


COMENTE! | 02:24

 


quarta-feira, outubro 15, 2008

casaco

Tem um garção outing o tio Saul.... fracamente. Se o tio Saul num qué sair do armário, dá pra respeitar? Grata.


COMENTE! | 23:59

 



Private

Alguém manda a Terê e a Laura Andréia pararem de mandar recado no private, pq eu não posso mais me apaixonar?
*
Alguém manda o Rui parar de mandar recado no private porque eu não posso mais ler bobagem de gordo safado?


COMENTE! | 20:37

 



Na Leda

O adorável Bia subiu a entrevista, olha que fofo.

(gente, eu tinha visto, obrigada pelos montes de e-mails, eu tinha visto, é que eu não conseguia postar, inda não consegui comentar lá, mas eu vi, eu vi, obrigada pelos e-mails, eu vi, eu vi, obrigada, viu gente, eu vi, obrigada mesmo, ah, eu vi)


COMENTE! | 11:56

 



Logo de manhã, bom dia

Vosso Drops na Revista da Livraria Cultura, camaradas. :o))))
*
Gente, pedido: minha sogra mais que amada não pode me ver na Leda. Alguém gravou? Se gravou, me copia um?? Se subir pro youtube, me avisa? Eu quero demais que Mabele me veja.
Brigada, flores.
*
Queridos, eu tou andando devagar e sempre com o LV. Tem coisa do dia 8 liberada já. Não muita, mas tem. Tem coisa nova até lá na página 10. E me desculpem a lerdeza, é coisa demais. Assim que rolar um trampo que eu espero, eu vou fazer uma proposta pra Juju e ela vai me ajudar a viver mais folgadinha.
(lá no fim teve uns de casa, tipo Nando, Carla, Bia, G., Ana e tal, que eu nem respondi, eu só liberei, pq vcs são mesmo de casa, eu amo, eu venero, eu adoro e tal e vcs sabem)
*
Falando nisso, Nando, vc sumiu, meu pretinho? Quedê vc? Destrataram você? Faltaram com o respeito? Botaram mulher sambando no seu barracão? Diz pra tia, diz.
*
Meu homem fez blog e eu não quero nenhuma vagabunda lá flanando. Vcs se controlem.
*
Sobre a tristezinha de ontem, a doce Carol me lembrou da frase que aprendi com minha professora de latim, dona Nair: 'cada um dá o que tem'. Tá certo. A cliatula ao responder meu e-mailzim fofo tava dando só o que tinha. Racionalizar é viver, é o que eu sempre digo.
*
Juju diz:
ela me disse que bloquear antes de vencer nao bloqueia
Juju diz:
mas que como o detran é uma palhaçada danada, é melhor vc renovar sua carta antes de vencer
Juju diz:
é mais seguro
Juju diz:
mas vc pode continuar usando
Fal diz:
tá, mas se me pegarem amanhã num comando fazem o que comigo?
Juju diz:
eles nao podem fazer nada Fal
Juju diz:
sua carta NAO está vencida
Fal diz:
ah, que pena, eu queria que um PM enorme me desse na cara
Juju diz:
HUAHUAUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA
Fal diz:
tá de alto nível isso aqui hoje
Juju diz:
Fabia, vc nao vale nada
Juju diz:
petácolo!


COMENTE! | 06:02

 



Oi leitorzim do corpim bem feito, aqui são quatro e meia da manhã e o Morgan Freeman tá dando soco no bandido enquanto eu salvo a civilização acidental com mais uma belíssima tradução. É isso, Morgan e eu cumprimos nossa missão, enquanto você dorme em paz e protegido. Durma, leitorzim, durma, Morgan e eu estamos aqui cuidando de tudo.


COMENTE! | 04:32

 


terça-feira, outubro 14, 2008

Asfalto derretido

Leitorzim caliente, 32 graus no Beco do Piolho. Assim fica difícil. Cheguei em casa deretendo.
*
Meu mecânico é filósofo, meu consertador de lepistópis é antropólogo, o moço do balcão de frios é sociólogo. Só tem gênio no Beco, leitor.
*
Ah, sim, Antônio Carlos foi para o estaleiro de novo, sim.
*
Tomei foi um tapa na cara. Sim leitor. Sim. Mandei e-mail de aniversário, né? (Ah, leitor, só com você tenho intimidade de contar das minhas burraldices). Então, mandei e-mail dengoso, fofo, gentil, educadíssimo, querido, tudo. E levei um tapa na cara. Que é bem feito, preu deixar de ficar me abrindo por aí (abrindo no bom sentido, né leitor macio, que somos viúva honesta e casta e recolhida deste mundo sujo), dando mole (também no bom sentido), sendo meiga e gentil. Preciso endurecer o coração, leitorzinho cor de rosa, esfregar pedra pomes nele toda noite, pra criar casquinha. Eu preciso deixar de ser burra.
*
E você sabe que levou um tapa na cara quando não apenas a pessoa se recusa a chamar você pelo apelido carinhoso como, hahahaha, pirraça sensacional, ainda erra a grafia do seu nome, depois de anos e anos e anos escrevendo certo. Foi profissa, vou admitir que foi profissa e mudar de assunto.
*
O gnt já esbudegou o horário do David Letterman tudo de novo. Esse canal me deixa louca, isso não é jeito de tratar cliente, caras. O que salva, só o que salva é o Davis Létis e a promessa de recomeçar o Mothern logo. O Manhattan e algumas Marílias toméim. E a Nigella.
Mas os horários são de matar.
*
Os ovos que a Nigella quebra tem a gema cor de abóbora e isso me revorta, profundamente.
*
O que você fazia às 3 e tantão da manhã, leitor jujuba? Eu trabalhava. Mas de repente, eu não mais trabalhava, eu falava no telefone com a Alice, nossa celebridade residente. Yeah. Que voz, meus filhos, que voz.


COMENTE! | 15:56

 



Oi leitorzim, tudo bem?
Aqui os sapos são gigantescos e nem tem uma manteiguinha para ajudar a descer.
Tudo bem por aí? Tá quase acabando?
Força na subida, leitorzim boêmio, que daqui a pouco é de manhã.


COMENTE! | 03:42

 



Queridos, o LV segue a passos de tartaruga, tem recado ainda do dia da entrevista com a Leda. Peço desculpas, vamos ver se até o final da semana a coisa se endireita.
:o)))


COMENTE! | 00:59

 


segunda-feira, outubro 13, 2008

Queridos: a minha Claro, para variar, não funciona. Mesmo. Ela abre por alguns poucos segundos o blogbrasil, mas é uma novela postar. O GMAIL nem abre, então os emails vão ficar parados por mais tempo. O LV também vai devagar. Fiquei por uma hora e meia com uma Ana Paula, um doce de menina, técnica da CLaro e nós não conseguimos descobrir qualé o pó. Sim, eu vou pdir a internet da TIM hoje mesmo, depois a gente descobre cumé que eu vou pagar o trem.
Espero conseguir postar isso, espero que vcs tenham um bom dia e espero que o Drops volte a operar em condições normais de temperatura e pressão logo, loguinho.
Eu vou pra rua e depois volto, pra trabalhar sem nenhum dicionário online. Nem perguntem.
Besos.


COMENTE! | 08:18

 



Sonhei que a neve fervia

3450

Querida Mabele:

Estou de volta à casa da mamãe. O Rio de Janeiro acabou, pelo menos para mim, pelo menos por enquanto. Cheguei em casa para descobrir que os gatos quebraram umas coisas, o de sempre. O Baco, que ficou com a prima Tereza esses poucos dias, voltou feliz, animado, com a barriguinha cheia de comida de cachorro (é só na casa da Tereza que ele come a comida certa para a espécie dele, comigo ele só quer comidinha de gato. Desde sempre é assim. Sempre que paro para pensar neste cachorro querido e fofo, mas desajustado, agressivo e infeliz, sinto agonia só de pensar no que eu poderia ter feito com uma criancinha). Calor quando eu voltei de viagem, depois de algumas semanas de frio por aqui. Vento do mar no meu rosto Quando viajamos, o inverno furioso, desprezando a primavera, entrava por cada fresta da casa. E o melhor: vendo que o inverno não ligava para convenções burguesas como, por exemplo, a temperatura correta das estações do ano, as chuvas de verão resolveram que também não iriam respeitar coisa nenhuma, e o que tínhamos instalado em São Paulo, neste começo de primavera, era o caos. Quinze graus de madrugada, friozão todos os dias e pancadas de chuva, coisa de fazer voar telhado. Mas na volta, mesmo com o céu cinza, houve calor. E a casa ficou bem, não pegou fogo, nem desabou, meus maiores medos quando viajo, não ria.
Foi bom, muito bom, ter ouvido sua voz antes de viajar.
E o sol a queimar, queimar Foi bom ter contado o que estava para acontecer e como eu me sentia. Foi maravilhoso ouvir você dizendo que tudo sairia bem. Você tem essa qualidade curativa, calmante. Como se eu pudesse sentir sua mão fresca em minha testa.
Maliu e eu fomos de táxi à rodoviária. Uma motorista de táxi muito falante e animada nos levou, tecendo loas a um dos candidatos que concorre pela prefeitura de São Paulo no segundo turno. E Maliu, que não vale nada, que nunca valeu nada, só dando corda. A mesma coisa, aliás, que Alexandre faria se estivesse lá, com aquele senso de humor sóbrio, com aquela gargalhada rara, com toda aquela graça.
Alexandre.
Se ele estivesse conosco teria segurado a minha mão todo o tempo.
Calçada cheia de gente a passar e a me ver passar Você sabe, era isso o que ele fazia. Seu filho olhava dentro dos meus olhos e dizia ‘Minha linda, eu lhe garanto que tudo vai ficar bem’. Depois, segurava minha mão dentro da dele e sorria. E eu acreditava, Mabele, eu nunca deixei de acreditar, todos esses anos.
Entrar na Rodoviária de São Paulo foi um choque, sempre será. Em 2004, eu tinha que ir a Belo Horizonte para participar de uma mesa redonda sobre blogs. Foi Alexandre quem me levou até lá, sabendo do meu medo, sentindo meu pavor. A rodoviária havia enfrentado uma reforma alguns anos antes, reforma que, se não a trouxe para o século XXI, ao menos a afastou das sarjetas cheias de detritos do século XIX. Eu estava apavorada. Apavorada. Com a viagem, com falar em público, com tudo. Eu era uma imbecil naquele tempo, Mabele (ok, eu continuo uma imbecil, mas acredite em mim quando eu digo, eu era uma imbecil maior ainda), mas eu juro a você que nem passava pela minha cabeça que havia coisas mais sérias a temer. Juro. Eu não sabia que havia dores maiores, mais sérias e irremediáveis. Imbecil, eu lhe disse.
Pois entrei na rodoviária com a mão dentro da mão de seu filho, com o calor do corpo dele colado ao meu, e, de alguma forma, seu menino conseguiu colocar aquela massa tremilicante dentro do ônibus com coragem suficiente para atravessar as poucas horas de viagem, ir sozinha para o hotel, preencher a ficha de hospedagem com alguma certeza e participar da mesa redonda fazendo algum – não muito, mas algum – sentido. Era a coragem dele, Mabele, a coragem que ele me dava. Era o amor dele, a coragem dele, a certeza dele, a força dele. Sempre, sempre foi.
(Anos depois, permita-me mais uma de tantas e tantas digressões, eu descobriria que, antes da viagem, meu doce Alexandre havia escrito um e-mail para o Professor Idelber Avelar, a estrela do encontro literário em Belo Horizonte e o palestrante principal daquela noite. Ele pedia no e-mail que o professor mantivesse um olho em mim, no meu nervosismo, na minha total inabilidade em atuar no mundo dos adultos.
Rio de Janeiro, gosto de você Aflito por não poder se afastar daquela maldita empresa que o consumia, ele superou sua própria timidez para pedir que o bom professor Idelber tivesse algum cuidado comigo e o mantivesse informado. Tocados com a preocupação do Alexandre, foi exatamente o que fizeram Idelber e Ana Maria e, anos depois, quando Alexandre nos deixou, o professor teve a delicadeza de contar isso em seu blog, como uma homenagem àquele homem e sua inacreditável capacidade de amar e cuidar.
Na última quarta-feira, quando entrei na rodoviária, ainda era a coragem dele, amada. A única que conheço, a única que tenho. Que jamais terei. Comprei passagens e pães de queijo, conferi as horas muitas vezes, conversei potocas (uma expressão que ele adorava); com a coragem de seu filho presa à minha pele, agora que apenas vivo, agora que não temo nada porque o pior, o pior inimaginável, o pior, o pior me alcançou.
A viagem foi rápida. Escutei música todo o tempo, dentro dum ônibus quase vazio, olhando o mundo passar por mim enquanto Maliu dormia desabada, algumas poltronas à minha esquerda.
Dizer que há ‘uma estrada’ entre São Paulo é Rio de Janeiro é uma mentira geográfica. Há sim uma sucessão de cidades entre São Paulo e Rio, uma coisa só, indistinta. Podiam batizar logo esse pedaço todo de São Janeiro. Ou de Rio Paulo. As passagens de ônibus seriam mais baratas, dividiríamos o prefeito, os vereadores, a vergonha e, com o passar do tempo, teríamos todos o mesmo sotaque.
Chegadas, Maliu e eu fomos para o hotel. Preciso que você me entenda, Mabele, um bom hotel. Parte de uma dessas auto-intituladas ‘cadeias super-econômicas’, o hotel era na medida para o nosso bolso. Não poderíamos pagar nada mais caro e dou graças aos céus de terem inventado esses hotéis hiper-baratos. O que não significa, Mabele, que aquilo não seja uma arapuca. Uma arapuquinha, se você preferir, mas passarinhos morreriam ali da mesma forma. Deixe-me começar contando que o box dá para dentro do quarto.
Gosto de quem gosta Eu juro por Deus. E o controle remoto é preso por um fio como os fios de telefone. O que quer dizer que parte do respeitável público rouba controles remotos, o que não deveria me impressionar. O café da manhã (seis reais, pago a parte) apresentou-nos suco que deve ter sido o TCC de algum formando em química da UFRJ. E tenho certeza que o menino foi reprovado. Mas tudo bem. Um bom hotel, Mabele, acredite em mim.
Chegadas, instaladas, banhadas e comidas, fomos cada uma para um lado. Maliu foi para a casa do Pedrão. E eu fui para o quarto, esperar a hora da minha entrevista, Mabele.
Ah, sim, você leu bem, entrevista. Usando a minha camisa da sorte e nenhum aditivo químico, dei uma entrevista para a televisão. A camisa da sorte é preta, tem flores vermelhas e está tão velha que tem seu próprio CEP. Mas Alexandre adorava aquela camisa, quando eu a vestia, ele me chamava de señorita. Além disso, e a sorte vem daí, vestida nela eu conheci a Silvia mais que amada, minha doce companhia, minha amiga com enormes olhos azuis de bebê e cabelinho de paina, e, de muitas formas, sempre para melhor, a Silvia mudou minha vida. Dentro da camisa do Alexandre, da Silvia e das flores vermelhas, de braços dados com Telinha, ela mesma um amuleto ambulante, fui para a TVE.
(Mais um desvio de rota, Mabele, sei que você não se importa: além da boa conversa, além dos olhos puros, além da doçura e da sensação de que o mundo é um lugar seguro que ela passa, Telinha é criatura adorável porque anda de braços dados com você pelas ruas do mundo. Eu me irrito profundamente de andar pelos aí com essa gente cuja filosofia de vida é ‘só vou tocar em quem eu for comer’. Eu encosto nas pessoas. Eu toco nelas. Ando de mãos dadas, de braços dados, abraço de verdade, beijo, faço cafuné. E que Deus seja minha testemunha, eu não vou comer ninguém)
Mas enfim. Com a coragem de Alexandre, com a bondade de Telinha, entrei naquela televisão e fui dar minha entrevista para a Leda Nagle.
Deste céu, deste mar, desta gente feliz Na salinha de espera eu vi o Flávio Marinho e achei que fosse desmaiar. Fiz uma rezinha rápida, clamando que ele não fosse participar do mesmo programa que eu, porque passar vergonha diante dos amigos tudo bem, mas diante do Flávio Marinho tenha dó, mas Deus, finalmente se vingando das minhas muitas décadas de ateísmo militante, botou o Flávio Marinho sentado lá na minha frente, só para fazer pirraça. Ah, e a Alcione. A bordo de dois maquiadores, dum cabelo de filme e das unhas mais sensacionais do planeta, cantou Cartola e quase me fez chorar. E eu falei. Um pouco. Com algum – não muito – nexo e da melhor forma que eu pude. Depois da entrevista tomei esporros variados. De Deus e de todo mundo, que não estavam lá, segurando a minha mão na hora da entrevista. A Telinha que estava, elogiou. Tomei esporro porque, é claro, eu não disse As Coisas Certas. As Coisas Certas, Mabele, nestes tempos que correm, envolvem conjugar todos os verbos no presente do indicativo, usar bastante o pronome ‘eu’ e, sob pena de execração pública, jamais falar bem do trabalho de quem quer que seja. Mas eu fiz mesmo o melhor que pude, Mabele. É assim que eu falo. Com você, com a Leda Nagle, com o Pedrão ou ao telefone com a Maloca. Mas, bah, um dia eu acabo aprendendo. Antão e Peixoto, meu dois neuroninhos que não valem por um bifinho, vão acabar processando e arquivando mais essa informação nalgum lugar da minha cabeça tumultuada e, paradoxalmente, vazia. Ah, menti. Levei um esporro muito bacana. A R., com um jeito muito franco e muito firme (você sabe Mabele, eu amo gente assim. Eu sou uma geléia e funciono melhor quando a pessoa certa manda em mim), disse que é para nunca mais dizer que eu não faço literatura no Drops. Ela disse que eu estava errada e que o que eu faço no blog é sim literatura. Chama-se ‘prosa poética’. Amei. Se um dia eu der entrevista de novo e se Antão e Peixoto colaborarem puxando a ficha certa na hora exata, direi ‘em meu blog faço literatura poética’. Rá, adorei.
Depois da entrevista, Telinha e eu fomos para a livraria, onde seria lançado o livro. Meu livro, Mabele. Posso pegá-lo na mão para o resto da vida, cheirar as páginas e sentir a textura da capa que mesmo assim parte dele jamais vai existir de verdade. Ele é meu, ele existe, ele tem a capa mais linda do mundo e um montão de coisas que adoro e que doem e, mesmo assim, ele não está nesta dimensão. Mas antes mesmo que nós entrássemos na livraria, querida, ele estava ali, na vitrine, sólido como um menir. Meu livro.
E eu entrei, e ganhei flores. Dei muitos, muitos abraços, ganhei muitos beijos, escrevi muitas coisas. Maliu estava lá. Pedrão, Patrícia, os meninos, dona Maria José e seu Fernando estavam lá. Você, de muitas e muitas formas, estava lá. E o lançamento do livro no Rio, foi diferente do lançamento de São Paulo. Eu estava menos nervosa. E menos triste.
Durante todo o tempo, no lançamento em São Paulo, eu pensei em Alexandre. No quanto eu gostaria que ele estivesse lá. No quanto ele gostaria de estar lá. No absurdo de sua morte, na dor de sua ausência. Durante o lançamento do meu livro em São Paulo, eu pensei no futuro e eu detesto pensar no futuro. Viver sem Alexandre é horroroso e assustador e eu detesto pensar nos anos que virão. Todos os dias são ruins, todos os dias ‘doem’ em mim. A cada manhã, o mesmo ritual. Abro os olhos e tento lembrar onde estou.
Bem que eu quis escrever um poema de amor, e o amor Daí eu me lembro e choro. Daí eu levanto e começo meu dia. E depois de muitas e muitas horas, depois de todo um dia, eu me deito e choro até finalmente conseguir dormir e não sonhar. Com alguma sorte.
Querendo me consolar, alguém me disse que depois de um ano as coisas começariam a melhorar. Mas não é assim, não. Depois de um ano a paciência do universo acaba, tudo piora. Fica mais e mais real, mais e mais cruel. Eu sinto falta dele, Mabele, como se todos os dias fosse 28 de agosto, como se a vida parasse. Esses quatorze meses só fizeram confirmar o óbvio: não melhora não.
E eu penso em você. Na sua dor, na sua perda. E o ar me falta e eu mal consigo me mover. E, covarde, não penso. E procuro pouco por vocês. É doloroso quando eu penso em falar com você, Mabele, com Cardoso. E, quando finalmente tomo coragem e falo, é delicioso. Mas então, desligo o telefone e me apavoro e me acovardo de novo. Ele está em você, a cada risada, cada expressão. Ele está em você em sua voz e nos silêncios de Cardoso. Quando eu falo com você, é a voz dele que ouço e tudo o que há em mim, dói. Ele está em vocês e isso me faz chorar e me encolher. Estupidez, Mabele, é pura estupidez, eu sei.
Por isso tudo, eu não consegui falar do lançamento do livro em São Paulo. Não contei a você como foi, não escrevi sobre ele no blog. Eu pensei em você e na sua dor, eu pensei demais em Alexandre - a cada beijo, a cada abraço, a cada sorriso – e no absurdo da perda e no egoísmo da minha dor, e na tragédia maior de seu desaparecimento, e fui incapaz de transformar o que quer que fosse em palavras que fizessem sentido.
No Rio, pensei em todos nós. Mas pensei também no Rio e no livro. Nós estávamos lá, nossa dor, nossos nãos, mas foi mais leve. Foi mais fácil. No Rio, Mabele, eu doí menos e de forma diferente. Era como se não fosse vida real, não foi mesmo vida real. Foi um sonho, o sonho que não tenho quando durmo. Houve a Rô, que é belíssima, e a Márcia que cria os cães mais belos. Houve o Gigio, que eu já conhecia, só nunca havia abraçado e nosso encontro foi apenas uma continuidade.
estava em tudo que eu fiz Houve a Ângela, que tem os olhos lindos e é tão engraçada e a Flávia, que é mesmo a minha pequena. Houve o Fernando Nazareth e todas as coisas que eu não soube dizer a ele. Houve um buquê feito de Renata, Monca, Fer, Carla, Dani e Patrícia, Carla, Ana e Bia. As meninas da Rocco, pelas mãos da lindíssima Anna B. (ela tem cachos nos cabelos, Mabele, como as moças dos anos 40, você teria adorado o tom dourado e ela tem os olhos limpos das meninas da sua família) lá estavam, Ana, Mônica, Mariana, Cíntia e o Remo também. Houve riso, Mabele, muito riso e os pães de mel da Laura, e os pit bulls da Ângela e a ovelhinha do Domingos, houve Elísio e Heloísa e a promessa de saraus e cafés, houve muitas beijocas e meu pasmo diante da Ryta, que tem um rosto de camafeu, que é muito firme e muito doce - é possível esse paradoxo e houve a Maira, com as palavras mais lindas, o melhor cheiro, o melhor abraço, a promessa da volta e do novo encontro, o novo, novo encontro. Houve a Fabi e o Domingos, a Rebeca e a Núbia, a Mel, a Regininha e a Renata L., a Dedéia, o Dênis, o Fabi e a Renata, A Louise, a Marina e a Ju, o Mauro e o Elir, o Claudinho pelo telefone, O Leo, O Tom, o Marcelo, a Ana da Ju e o Fabi da amada Carla San, a risada da Lila que precisa dum copo de vodca em breve para ser curtida, o Léo do Marcos, a Alba que é simplesmente meu número e a quem eu espero me ligar para o resto da vida, a Lyra e seu belo nariz, o charme da Gisela, a meiguice da Telinha e Ana e Décio e Álvaro e Cris. Houve a Cora e seu enorme coração, risada de menina, cara de melhor da classe, houve o Beto, o abraço mais real da noite, o pai da Gata, meu amigo. Houve mais, Mabele, mais nomes e sorrisos, mais pessoas adoráveis de olhos brilhantes e promessas de doçura, mas eu me perdi na fila feliz e nas paredes de tijolos, na lombada dos livros, nas luzes, nos telefones, no desejo, na água que esquentava no copo, na vontade de chorar, na história sem fim.
Eu tentei ser boa, Mabs, e tentei fazer sentido, eu tentei ser educada e fazer de conta de que era vida real. Eu assinei um montão de livros e bebi alguma água, aceitei aquele carinho todo me sentido parte dos abençoados. E pensei em nós, mas noutra vida, nossa verdade, noutro lugar. Ali, no Rio, na minha não-vida-real, suspensa por tanto amor e por tanta gentileza, eu pensei em nós e não doeu tanto, não havia tanto futuro, tanta escuridão, havia só a tinta preta da caneta, cada abraço, cada beijo estalado, cada sim, cada sim, cada sim.
Acabou às duas da manhã, num bar chamado Odorico, com meu bom Domingos me convencendo a voltar em novembro para cantar Jane&Erondi no karaokê com ele. E no ônibus da volta eu passei a madrugada toda chorando de soluçar, enquanto o Chico Buarque afirmava que a cidade era um vão.
Em tudo quanto eu amei
A vida segue, Mabele, todas as vezes me explicando que, se não há a menor possibilidade do impossível, ao mesmo tempo há sim a brecha para o ilógico, para a neve que ferve e que derrete, só para ferver de novo, só para me fazer testar a água do inexorável com a pontinha do pé e desistir de pular – de novo, só para me assombrar.
Carrego você no coração, aprendo com você todos os dias, guardo aquele nosso choro na cozinha antes deu vir-me embora para São Paulo em dezembro do ano passado como um dos melhores momentos de minha vida e mantenho – do meu jeito ateu e completamente desconexo – seu menino bonito e sardento dentro de mim, à frente dos meus olhos, a cada passo que dou, em cada gesto que faço, em cada olhar que esquadrinha.
Sigo, um dia de cada vez, não pisando na risca, tentando não pensar, doendo o mínimo possível, fazendo algum sentido (o que, vamos combinar, no meu caso já é demais), pagando as contas e respirando, sempre que me lembro como.
E no poema que eu fiz tinha alguém mais feliz que eu

Receba meu beijo.
Fal


COMENTE! | 04:55

 



não feche seus olhos esta noite

São minhas as ruas que dão na praia
e o sono das manhãs que dão no mar
São meus a areia o barco e o vazio dentro do barco
Sâo meus o mar e o vazio dentro do mar
em que mergulho sem qualquer vestígio de sangue

Maira Parula, e eu aqui, tentando respirar.


COMENTE! | 01:27

 


domingo, outubro 12, 2008

Quianças

Bom dia.
Eu vou começar, ao devagar, a responder o LV. Atente para o fato de que sua mensagem pode estar páginas e páginas atrás: procure.
Com os e-mails as coisas vão mais devagar. Tenham fé.
*
Tela, você é a mais bela quiança, o bolinho mais lindo, a criaturinha mais amada, comadre. Tenha um lindo aniversário.
*
Somos só eu, Antão e Peixoto ou tem mais alguém que manda os e-mails mais tresloucados, daí recebe uma resposta nhé ( a pessoa só não responde literalmente 'nhé' no e-mail porque fica com vergonha, mas manda similar razoável), e daí o alguém que mandou o e-mail tresloucado - no caso, eu - num momento de entusiasmo e arroubo juvenil fica ali, se sentindo um belo dum cocô? Só pra saber. Tou velha demais para arroubos tresloucados, Baco deveria me interditar judicialmente. Velha ridícula.


COMENTE! | 06:08

 


quarta-feira, outubro 8, 2008

Repetir para elaborar

E o pior não é nada disso.
O pior, é que faz mais de 20 anos que o Érico Verissimo me diz 'Fal, minha filha, quem pita carrega fumo'.
E eu não aprendo.
12 anos de divã e eu não aprendo.
*
Eu dei entrevista aqui. Adorei esse site. O Bia escreve lá, então tinha que ser bom mesmo.
*
Amanhã eu vou estar no Sem Censura, às 16:00. Aqui na nossa Sky é TV Brasil. No mundo civilizado acho que é TVE.
*
São Paulo... a cidade que elege o Chispita. E agora guenta o povo com miolo de minhoca enchendo minha caixa postal (e outras partes de minha mimosa anatominha), explicando porque Kassaba é melhor que a Fia. Ou, mais sensacional ainda, porque a Fia é melhor que Kassaba. Ide para casa, meus filhos. Ide para casa, cobri vossas cabeças de cinzas, meditai, meditai muito, arrependei-vos, pedi perdão. Não cometais a infâmia de afirmar que é um pior que o outro, meus filhos, não sejais canalhas. (Silvana, cuida aí dos verbos).
*
Andei várias casinhas nos linques. Linquei, linquei, devo ter deslincado alguém que daqui a um ano fará bico, ou seja, o de sempre.
*
FIlhotes, amanhã, Rio, Livrarinha Prefácio, Voluntários da Pátria, 39, 19h. Diz a Carla San excrusive que eu vou ler (excrusive porque é fora da vila, se fosse dentro da vila seria incrusive). Mas aí já não sabemos, porque a Carla San faz muitas promessas.
Segurem o tchã e não desistam de mim, nem no LV, e nem no e-mail (deus, como tem e-mail atrasado). O sangue de Baco tem poder.


COMENTE! | 18:19

 



A Gata - uma história em quadrinhos

foto do beto
A Gata espera o papai voltar pra casa com seu amiguinho, o Zé

foto do beto
A Gata não tem medo de nada.

foto do beto
A Gata tem lepistópis.

foto do beto
A Gata só lê coisa boa.

foto do beto
A Gata tem soninho.

foto do beto
All right, Mr. DeMille, I'm ready for my close-up

foto do beto
A Gata é a filhinha do Beto

foto do beto
Shhhhhhhh. Gata mimindo.

(fotos do flickr do Beto. Roubadas e salvas no meu , só preu conseguir publicar aqui no blog)


COMENTE! | 07:18

 



Aiai

Que que a gente faz com esse povo que diz que vai "batalhar por questões pontuais"?? Me diz. A não ser que você seja um cavaleiro jedi, meu filho, não use o verbo batalhar. Nunca. E se você for um cavaleiro jedi, me chama pra jantar.


COMENTE! | 06:08

 



Um alegre despertar
Cinco e meia da manhã, leitor imaculado. Pau na máquina.


COMENTE! | 05:28

 


terça-feira, outubro 7, 2008

Cidreira
yentl-avig1
Oi leitorzinho macio, você tá bom? Chuva né? Muita, muita, muita chuva aqui em São Paulo. Mas sabe, eu gosto. Eu gosto mesmo. Eu sei do trânsito blablablá, mas esse é um tempo que faz com que eu me sinta bem. Eu gosto de chuva, eu gosto de frio, eu gosto do cinza. Eu usei meias vermelhas o dia todo, daí tomei banho e botei meias azuis (Alexandre ria quando eu usava o verbo 'botar' no lugar do verbo 'colocar' ou 'vestir'. Ele também ria porque eu dizia 'tomar' sorvete e 'tomar' lanche. Ele achava meus verbos absolutamente paulistas como aliás, todo o resto de mim. Ele gostava de mim. Se eu já senti tanta falta dele nestes quase 14 meses como senti hoje, não sei dizer. Mas acho que não. Senti falta da risada dele o dia todo. E das soluções. Alexandre era um homem quieto, de soluções. Ele era um closer. Ele não fazia discursos vazios. Ele jamais teria um blog. Aliás, quando eu pedia prele fazer um, ele dizia que blog era coisa de frango, junto com camisa mostarda e carro vermelho e encerrava o assunto) e pijama cor de chiclé. A Maliu comeu bolo de abacaxi, mas eu tenho pavor de abacaxi em todas as suas manifestações. Eu não fiz nem metade da minha lista de 'a fazer' e hoje, o que quer dizer que a de amanhã esá bombando e amanhã já é hoje, então eu já sei que não vou dar conta. Eu comi o último limão da geladeira. É. Você não sabia disso, né? Eu como limão. Eu desfiz a minha mala todinha, todinha, antes de vir para o plantão da madrugada. E fiz uma sacola com roupas suficientes para um dia e meio. E chorei baixinho e rápido, porque não tem um milímetro de mundo que vá me esperar ficar melhor. Traduzi, traduzi. Esquentei água pro chá. Na verdade eu não queria chá, eu queria mais café, mas e a preguiça de fazer e depois de lavar a cafeteira, hum? O chá tá aqui do meu lado agora. É uma caneca enorme, sobe fumacinha dela e a gata ruiva fica hipnotizada, olhando, olhando. Deve ser maravilhoso poder se encantar com a fumacinha do chá. Bom. Eu vim só procurar uma palavra e tenho que voltar pra tradução, viu leitorzim? Inté.


COMENTE! | 03:05

 


segunda-feira, outubro 6, 2008

Queridinhos
Por motivos absolutamente alheios à minha vontade e totalmente fora do meu controle, eu só fico no Rio até dia 10 (sexta-feira) de noite. Voltamos, Maliu e eu, na sexta mess.
Sinto muito, muitíssimo.
Estou arrasada, infeliz, magoada, envergonhada e puta também.
E realmente sinto muito.
Mas dia 9, é nóis, na fita e no dvd, ou seja lá que gíria vcs usam por aí.
beijos e amor
F.


COMENTE! | 23:05

 



Dia 9!! Dia 9!!

convite_virtual_Minusculos_Assassinatos_RJ



COMENTE! | 21:03

 



La cosa se quedo peluda

Amor meu, a internet só funciona 3 minutos de cada vez. Nenhum dicionário online, portanto. Baco não passeou porque a chuva era de balde e está insuportável. A secadora quebrou e estamos com vazamento de gás. Tem vazamento de escorrer água no chão no banheiro de cima, no banheiro de baixo, na cozinha e na área de serviço. Maliu tá presa no maior congestionamento da história, sem celular, com carro fervendo, levemente psicótica. Torresmo ferveu também, claro. Tem roupa molhada espalhada pelo meu quarto todo, que evidentemente não vai secar e o mundo cheira a cachorro molhado. O cliente surtou ao telefone, porque eu não posso encontrar com ele no dia, na hora e no segundo que ele exige. Eu não tenho como não fazer essa maldita viagem e nunca na vida eu tive tanto prazo, tanta vontade de mandar todo mundo ir se lascar, pegar um ônibus e descer em Caxambu, onde Esther me espera grávida e descalça, na cozinha, preparando quitutes e perfumando minha cama de alfazema, hahahaha. Então o LV será respondido como der. E acredite em mim, pelo amor de deus: se o recado que vc mandou de ontem pra trás não apareceu, a não ser que vc tenha xingado nominalmente algum político, eu te juro que ele não chegou. Juro, juro, juro, juro. Procura direito. Num tá?? Num chegou. Não adianta reclamar. Escreve de novo, por favor. E-mail, se for urgente, escreve o assunto no título, pq nos brevíssimos segundos em que o gmail entra, eu tenho que cuidar do que for urgente.
Que mais? Contei que a faxineira não veio? Hahahahahaha, sério.
Tensa, eu? Tendo crise de choro, eu? Histérica, eu?
Não, não, eu tou boa.

ps: Garfield diria "Vc sabe que é segunda-feira quando encontra tubarões nadando no seu mingau'


COMENTE! | 15:41

 


domingo, outubro 5, 2008

Importante é ver o nível dos leitores, môs fios.

Juliana Sampaio, set de 2008

"Obrigada, Fal, Por ter publicado esse livro.
É lindo!
Hoje acordei órfã, porque não tem mais Alma na minha vida. Dói um pouquinho acabar de ler, dá aquele blues de ficar longe de uma pessoa de quem você se tornou amiga.
Quero o próximo.
Beijo!
Ju."

E é aí que eu começo a chorar como uma vaca.
Obrigada, Ju.


COMENTE! | 22:01

 



O nome do episódio de hoje é "Porque meu cachorro é minha pessoa favorita"

Ela diz:
E sobre eu ter perdido o bebê, minha "amiga" aquela das cartas, que disse pra eu olhar a situação pelo lado bom, pois agora eu poderia fazer várias coisas que eu não podia, por exemplo, pintar o cabelo, queria me levar a um pai de santo, ficou braba pq eu não quis
Ela diz:
Ah, sim e hoje, indo votar, encontrei uma outra que me disse: "pensa bem, tu não perdeu o teu 'filho', o que tu perdeu foi só um embrião, não era nada ainda".


COMENTE! | 18:40

 



Yo amo esta isla

bolívar nenezão, vila sônia, 2004

Boa tarde, leitor. Você já cumpriu sua obrigação-cívica-travestida-de-alta-democracia-caso-contrário-nós-tomamos-seu-passaporte? Bem vindo a Cuba, leitorzinho enjagado. E o mais legal, é que depois de décadas de lavagem cerebral bem feita, não são poucos os que saem defendendo essa absurda obrigação como papagaios. Como dizia meu Alexandre, frente aos imbecis: "Sucesso, meu camarada'. Eu amava quando ele dizia isso.
*
A tradução segue. Vou parar de reclamar aqui, porque a fofa da Anna fica desesperada, querendo vir me dar mamadeira e soprar meu rosto, olha a judiação?
*
O bate-estaca que vem neste exato momento do Beco do Piolho - e se você trouxer uma Bíblia eu posso jurar - oferece uma música cujo refrão faz menção à parte da anatomia masculina conhecida em certos círculos (e pelo jeito, estes certos círculos incluem o Beco), como 'piroca'. Sim, leitor religioso, piroca. Ainda que crendo firmemente no direito de diversão de todos os cidadãos desta democracia morena, pergunto: tem que ser neste volume? Parece que a referida piroca está dentro dos nossos aposentos de viúva honesta, casta e recolhida do mundo. E, tendo Deus como minha testemunha, afirmo: não está não.
*
A gente não quer só comida. A gente quer comida, diversão, arte e, ao que tudo indica, piroca, no último volume.
*
E já que é o momento de citar pérolas do cancioneiro popular, quero cantar de mãos dadas com você, leitorzinho esperto, 'ado-a-ado, cada um no seu quadrado', peça que promove um dos mais importantes conceitos da filosofia (e porque não dizer da psicologia e também da religião) do mundo moderno. Fosse eu poetisa, compositora e/ou filósofa, e cantaria 'ógue-ó-ógue, cada um fica no seu blógue'.
*
"oi Fal.
tenho me esforçado muito pra ficar de cara boa sempre.
tem horas que não dá, mas aí eu fecho a porta e fico esperando tudo melhorar.
agora, quase 6 meses depois, é que eu estou me dando conta de que não tem volta.
e uma pessoa me disse que tem uma dor dentro de mim que eu não falo com ninguém, mas como é que a gente vai ficar falando de alguém que só nós conhecemos?
tb. adorei te ver. quero te ver sempre. todo sábado. tem mais livro pra xerocar na tilly?!!! se não tiver eu arrumo. um monte.
deu certo o índice?
se precisar de ajuda, grita. é sério!
bj
L."

*
A deliciosa Djudju, gravou tudo, tudo, tudo do Premê que ela encontrou na rede e me deu. Ah, eu fiquei aqui ouvindo, Djudju, e pensando ni tudo que os anos não trazem mais. A única pessoa do planeta que chora ouvindo Premeditando o Breque. Nhé.


COMENTE! | 14:19

 


sábado, outubro 4, 2008

A Maira

convite_virtual_Minusculos_Assassinatos_RJ

Fal Azevedo há muito tempo alimenta um blog, como todos nós. Um blog de opiniões pessoais lançadas com muito humor e melancolia. Um blog que congrega pessoas das mais diversas tendências políticas e existenciais. Um blog que não é de direita, não é de esquerda, não quer convencer ninguém, é o blog da Fal, a palavra certa, na hora certa. Simplesmente isso. Você vai lá e se diverte com ela, conversa com ela, sofre com ela. Mas você sabe que Fal escreve outras coisas além dos posts. Fal enveredou pela literatura e já está no seu terceiro livro: Minúsculos assassinatos e alguns copos de leite. E neste livro você vai encontrar “carne crua” e “doce de leite”, que é a melhor definição de Fal Azevedo. Não procure em Fal Danieis Galeras, Ruffatos, Mirisolas, Calcanhottos em surtos poético-psicóticos, ou Jabutis. Procure em Fal as palavras de quem chora na cama, de quem usou o primeiro sutiã Du Loren, de quem não esquece os bolos da avó, do tempo e dos amores perdidos, das noites sem respirar, dos e-mails desesperados, do cheiro de maçã verde. E é por essas e mais tantas, que estarei no lançamento deste livro da Fal pela editora Rocco, dia 9, na livraria Prefácio, Rio de Janeiro. Aproveitando aqui para convidar todos vocês.

Há os elogios que engordam o eguinho, deixam a gente bestinha e mascaradinha. ("Mais mascarada??", dirão alguns)
Há os elogios que aquecem.
A Maira aquece. Querida, querida, querida. Obrigada.


COMENTE! | 02:53

 



Dois perdidos numa noite suja (Baco e mamãe)

Bem vindos, senhores. Plantão, que ninguém aqui tá com a vida ganha.
*
Não faço a menor idéia se o produto é bom, mas as propagandas dos empresários masoquistas é sensacional. Até que enfim uma propaganda boa.
*
Hoje, depois de matar um pedaço desse trampo, depois de soneca restauradoura, hei de unir meu corpinho de passeio ao de Silvia - com respeito e recato, meu leitorzinho amado, Silvia é senhoura casada e séria e nós somos viúva séria e recolhida do mundo - e hei de comer camarão. Quantidades industriais de camarão.
*
De modos que volto para a lida, leitor. Coragem.
*
ps: enquanto isso vejo no jornal da tevê que alguns dos negos que apoiam a Pailin - veja bem, a Pailin - tão certos que ela cumprirá a profecia que diz que ela vai governar os Estados Unídeos para preparar o mundo 'para a volta de Jesus Cristo'. Sério.


COMENTE! | 02:23

 


sexta-feira, outubro 3, 2008

quase sábado

Ah, o Goren cortou o cabelinho e aparou a barba, tava tão fofo. Acho que tão nos preparando ao devagar pra tirar a barba dele, mas eu sou contra. Tava lindo, resolveu o crime, pra variar carregando nas costas aquela parceira dele que não faz nada e que parece um pequinês. Eu durmo mais tranquila sabendo que ele luta contra o crime, Mana, e você?
*
Você reclama que está com pouco trabalho. Deus, que é amigo do Oscar Wilde, pune você, atendendo as suas preces. E o pior é que você é tão retardado, que fica feliz. Grato até a medula por ter emprego neste mundo porque sabe que, quando tudo for pro diabo na sua vida, o governo americano não vai manda zuzentos trilhões para salvar você, então é melhor você ter umas paradinhas para traduzir.
*
Aí, a primeria coisa que você faz: contrata a Silvana, do seu bolso, pra fazer a revisão neste maldito novo Código Ortográfico Penal .
*
'Ah, ridícula, você contrata revisoura?'
Môs fios, se eu já não sabia escrever antes, imagina agoura, que tiraram o trema e o acento de 'idéia'.
*
Como muito bem lembrou a camarada Alba no LV, o delicioso Branco Leone inda tem Crônicas de quase amor, pra vender on line. Quem quiser, compre, porque taí um livro que eu jamais reeditarei.
*
Carol diz:
eita que a terceira e quarta partes da minha combalida vida sexual chegaram: indiana jones e homem de ferro estão em casa hohohohohohoho
Carol diz:
agora so falta vc me dizer que gosta de sushi que a gente faz uma noite regada a sushi e filmes no sofá, olha que chique! hohohohohohohohoho
Fal diz:
huahuhauhauha
Fal diz:
quais são as duas premeras?
Fal diz:
(tenho pavor de sushi, amor, não não esquente comigo, que eu levo beiconzitos)
Carol diz:
so não pormeto o sake pq nos é pobre nega e o sushi é de atum hohohohohohohohoh
Carol diz:
então trocamos por uma pipoquinha olha aí
Carol diz:
mais barato impossiver
Carol diz:
os 2 primeros são o goren e o house e de vez em quando o tiozinho do Roma
Fal diz:
ah!
Fal diz:
vc tem a mesma vida sexual que eu!
Carol diz:
que eu descobri um filme que ele aparece pelado valhe deus
Carol diz:
ai ai
Carol diz:
viu sío!!!!
Fal diz:
somos gêmeas sexuais


COMENTE! | 17:44

 



Drops da Fal: sempre uma palavra amiga, sempre um conselho cristão

Suzi Marcia diz:
fal...eu to desesperada...a feira de Dubai é por minha conta, sou eu q tenho que decidir até o que levar, hoje é o dead line, tenho que passar a lista de moveis prara produção e estou em cólicas
Fal diz:
eu te ajudo, amorinha
coisas que vc deve levar:
Fal diz:
1) Fal
Fal diz:
2) Baco
3) Batom
4) O.B.
5) travel cheques
Suzi Marcia diz:
e protetor solar
Suzi Marcia diz:
rararrararararra
Fal diz:
6) Protetor Solar
7) Creme para a área dos olhos
8) Minúsculos Assassinatos e Alguns Copos de Leite
Suzi Marcia diz:
tudo certo, vou passar a lista pras fábricas
Fal diz:
isso, faça isso
Fal diz:
diz pro seu chefe de produção que eu espero ele na calçada, com baco vestidinho de marinheiro, às 19 h
Suzi Marcia diz:
beleza! tudo certo entao
Fal diz:
viu? vc sempre pode contar comigo
Suzi Marcia diz:
Fal, o que seria de minha pessoa?
Fal diz:
pois é suzi
Fal diz:
pense em todos os anos sombrios que vc passou sem mim
Suzi Marcia diz:
porra
Suzi Marcia diz:
foi foda
Fal diz:
vc tinha a boca suja naquele tempo
Fal diz:
vc ainda não era de jesus
Fal diz:
mas agora tudo mudou, caralho
Suzi Marcia diz:
agora que está tudo certo vou só encaminhar essa nossa conversa de msn pro PPCP das fabricas e ir pro shopping bater perna
Fal diz:
huahuahuhauhauhuah



COMENTE! | 09:36

 


quinta-feira, outubro 2, 2008

Corre...
que vai começar o Robert Goren, que vem a ser a minha única vida amorosa. Como pode, não, um homem lindo daqueles andando por esse mundo? Meu bom deus.


COMENTE! | 21:00

 



Reumosos (écati, agora que eu entendi que trem é esse)

Para minha vergonha e total humilhação, até recado sobre a palavra 'reumoso' tinha encalacrado lá no LV.
Zerei o Ph. Não ficou nada sem responder.
Se não apareceu justo o seu, ou você xingou político, ou você apertou private (tem vááááários lá que tão com cara de oba-oba grupal, mas com private apertado), ou simplesmente não chegou, pois misteriosos são os caminhos do Senhor.

Agora.... os e-mails continuam uma vergonha.

PS: Antes que você diga algo do tipo "Fal, se um dia eu apertar o private pode liberar mesmo assim" , aviso que o sistema não permite que eu libere o que foi marcado pelo autor do recado como private, o que é ótimo, pois me livra de ter que me lembrar do que você falou. Rárárá.


COMENTE! | 19:34

 



ou UM MINÚSCULO AFOGAMENTO E UM COPO DE BATIDA DE PITANGA

Eu tinha acabado de escrever outro post furibundo pra botar aqui, xingando uns e outros, sendo malvadinha, sarcástica e venenosa pra tentar me consolar da tristeza, das saudades de casa, da minha felina filha e do monamu, da falta de grana e das contusões, equimoses e ralados impingidos ao meu pobre orgulho, diariamente espancado e ferido por aqui. Mas aí fui falar com o gatim pelo MSN e ele me disse que o livro da Fal tinha chegado lá em casa, e ainda “leu” as dedicatórias pra mim. A impressa, que ela fez pro Alexandre, e a manuscrita - à caneta e com a letrinha dela -, que nossa frô fez pra gente (eu, gatim e Nina). Reações ? Ah, diversas : meu coração derreteu, meu veneno errou de rumo e se perdeu (roubei sim, e daí ?), minha irritação se liquefez completamente, tanto que chegou a transbordar um pouquinho pelos olhos... e quando a onda inesperada de amor e ternura que quebrou na minha praia refluiu um pouco, não vi mais nem sinal da raiva que eu estava sentindo do mundo inteiro até então. Acho que a bichinha se afogou... ou então saiu pingando, envergonhada do caixote, e foi se sentar debaixo de um coqueiro, de cabelim lambido e drinque colorido na mão, ronronando bem baixinho. Pode até ser que ela ainda volte, mais cedo ou mais tarde, mas pelo menos vai estar mais bonita e bronzeada. E o marzão continua lá, firme, forte... e pra sempre. Te amamos, Fal.

E eu amo vocês, Cynthia. Adouro roubar seu blog.


COMENTE! | 11:43

 



Antônio Maria

A fofa da Elaine me mandou a crônica inteira, quem quiser, pede, mas pede pelo email.

"O pior encontro casual da noite ainda é o do homem autobiográfico. Chega, senta e começa a crônica de si mesmo: "Acordo às sete da manhã e a primeira coisa que faço é tomar o meu bom chuveiro". Como são desprezíveis as pessoas que falam no "bom chuveiro!" E segue o parceiro: "Depois peço os jornais, sento à mesa e tomo meu café reforçado". Ah, a pena de morte, para as pessoas que tomam "café reforçado!" E a explanação continua: "Nos jornais, vocês me desculpem mas, a mim, só interessa o artigo de Macedo Soares e as histórias em quadrinhos". Nessa altura o autobiográfico procura colocar-se em dois planos, que lhe ficam muito bem: o que ele julga de seriedade política (Macedo) e o outro, de folgazante espiritual (histórias em quadrinhos)."

Folgazante espiritual, hahahahahaha. Adouro homem mal humorado, deus que o tenha.


COMENTE! | 10:01

 



É de manhã

Bom dia amiguinhos já estou aqui
*
Depois dum sol canalha ontem, choveu a madrugada inteira, e acho que voltou mais um cadim de frio, graças a deus pelos pequenos favores.
*
Eu entendi bem e o Hector Helizondo ( já vi com H e sem H, qual é o certo?) vai ser o novo psicoloco do Monk? Faz muuuito tempo, o Mauro tinha mesmo me dito que o ator que fazia o psicoloco no seriado tinha morrido. Uia. Eu amooooo o Hector Helizondo, amo, amo, amo.
*
Sim, leitor, mais um dia de opiniões palpitantes. E reflexões bombásticas. O dia será dedicado a fazer um teste de tradução e a dar aula, que hoje tem aluninho.
*
Será dedicado também a esperar o Robert Goren, poque hoje é dia.


COMENTE! | 04:00

 


quarta-feira, outubro 1, 2008

Cabô

Todo mundo casou, inclusive a Rainha da Inglaterra.


COMENTE! | 15:33

 



Paredes

O Astaire acha que onde quer que cresça uma orquídea, eu estarei lá. Olha que fofo? Ele tá no quarto de hotel dele cantando, dançando com a cadeira e subindo pelas paredes. E eu também.
*
E lucso maior, Alice no LV, porque ela não é soberba, tá, ela fala com a gente.
*
Klawdya diz:
ai Fal... eu amo ver filme antigo por causa das vozes tb... é a confort food dos ouvidos, né?
Klawdya diz:
por isso q cada vez que morre um ator desses do naipe do Paul Newman eu fico me sentindo órfã.
*
Fred Astaire mandou dizer que deixou o chapéu dele no Haiti.


COMENTE! | 15:06

 



Sarah Churchill

220px-Sarah_Churchill_in_Royal_Wedding
Olha que mulher linda.

(agora a Powell tá cantando que vai me amar tanto que eu vou ver que vai durar pra sempre. Tamos aí, garouta)

Gente é sério, eu tenho trabalho.


COMENTE! | 14:40

 



Royal Wedding

Agora a J. Powell canta que, sobre nós, há um céu de safiras. Aiai.
Opa, eles chegaram à Inglaterra.
Fred Astaire já esbarrou na Sarah Churchill, que é uma espécie de Cate Blanchett (como escreve???) dos anos 50, só que era bonita, boa atriz e comia.
E agora ele e a Jane Powell, que são irmãos, escapam, cada um pro seu encontro amoroso. O da J. Powell é com com o Peter Lawford, nada mau.


COMENTE! | 14:26

 



Royal Wedding
Agora o Astaire tá dançando com o cabide e a tradução parô.


COMENTE! | 14:19

 



Every night at seven

Amorinho, TCM, canal 81 da sky, cabô de começar Núpcias Reais, e o Astaire tá que canta pra Jane Powell. Ô deus, vai ser bom trabalhar hoje de tarde.
Eu vi esse filme pela primeira vez aos 6 anos, quando mamãe me deu o Fred Astaire de presente, e não há o que pague isso.
Roteiro impecável, as melhores piadas ever, as vozes da minha infância... Alice, meu benzinho, vc tá lá?


COMENTE! | 14:04

 



dahmer
André Dahmer


COMENTE! | 08:02

 



oi da madrugada

The West Wing

Oi amorinho da madrugada.
*
Aqui estou eu, aí estás tu, meu leitorzinho, meu balangandã.
*
Ele voltou a escrever para honra e glória do lado alfabetizado da humanidade, que é pequeno, mas pô, é limpinho.
*
Tou eu aqui traduzindo. Todos os gatos acolá, dormindo. A coisinha mais linda é que eles tentam caber todos no mesmo travesseiro, hahahaha, meus quatro gatos obesinhos. Mentira, só uma é obesinha, puxou a mamãe, mas eu os chamo todos de obesinhos, goiabinhos, burrinhos, zuzucos, bixos erraçionaes, tolhelhos, bumbinhos e ratinhos... ou de qualquer outra coisa boboca que me vier à mente. E o pior, eles atendem. Também atendem a assobios e ao barulho do saco de ração.
*
Baco dorme nas minhas costas. Sim, o cachorro dorme de comprido nas minhas costas.
*
E eu, enrolada no cobertorzinho de menino de Alexandre, procuro um sinônimo bonito e poético para 'aducido', do verbo 'aducir' que a nega já usou lá na linha de cima.
*
Alinhás, conjugação em español é uma arte e eu sou um bicho nisso.
*
Foi um momento de perda de modéstia, leitor notívago, já me recuperei.
*
Tão raro aparecer tradução em español, acho que foi porque falaram no LV, atraiu.
*
Minha mãe entra aqui preu decidir qual sapatilha combina mais com a calça roxa. Eram duas e tanto da manhã e Maliuzinha provando roupinha.
*
É uma casa de gente louca.
*
Não, é um bairro de gente louca. A vizinha que não gosta de cachorro tava lavando a calçada dela às onze da noite.
*
Achei um bom sinombo.
*
Tempo houve em minha vida, que após uma noite na ilha de edição do Rui, a gente ia comer pão na chapa e tomar café com leite numa padoca que fica qu-a-a-a-se no Largo da Batata, lembra neguinho? A gente ria, fumava, dava soco no bração do Cidão, você bebia um ou dois (ou três, ou quatro) rabos de galo, a gente ria mais, o Cidão imitava o Clodovil (leitorzinho amigo, o Cidão era um negão duns 180 qulilos distribuidos em quase dois metros d'altura. Ele era um Rui preto, que deus o tenha, morreu um assalto, e ele falava idêntico ao Clodovil, mandava o Rui olhar pra lente da verdade e perguntava "Você é bicha?" e o Rui respondia (olhando pra lente da verdade bem sério) "Sua mãe não tem reclamado" - gargalhadas histéricas, de sacudir, de faltar o ar, trocentas vezes a mesma piada). A padoca continua lá Rui, mas diferente, mais triste, azulejada, as plaquinhas não sao mais escritas à mão, os atendentes usam uniformes (mais uma, sobrinho, sabia que a escola do Tadeu Jungle virou um banco, uma porra assim?), perdeu a graça. Agora eu trabalho de madrugada do mesmo jeito, e quando acaba tudo, eu tomo água da torneira do banheiro e vou pra cama por umas 3 ou 4 horas. Tá errado isso, Rui, minha vida já teve mais glamour. Eu também continuo aqui, mas perdi a graça.
*
Vou berçar.
*
Ou, como dizia Alexandre, 'vou ali dormir como um tijolinho'.
*
Té já.


COMENTE! | 04:49

 



convite_virtual_Minusculos_Assassinatos_RJ


COMENTE! | 01:12