Xi, o trem aqui comeu meu post do C'è la luna, né? Quem leu, leu, porque eu não sei repetir aquele amontoado de bobagem, fios. Nhé. Nem lembro mais de quem eu falava mal. Nhé nhé nhé.
Tou tão loca que nem vi o drops da C'è la luna acolá, fios, e ninguém minhavisa, porque vocês gostam mesmo é de me ver passar vergonha, né? Tá.
O drops da Hanff sumiu mesmo, mas a doce Vanessa tinha no Reader e me mandou, colo no blog de volta assim que der.
:o)
Drops da Fal, mais uma empresa esculhambada da Drops Corporeichon
Duas das inúmeras versões do iuthuba, todas valem a pena.
What would we do without you?
How would we ever get through?
Who sends anniversary wishes?
Who helps with the dishes
And never says boo?
Who changes subjects on cue?
Who cheers us up when we're blue?
Who is a flirt, but never a threat,
Reminds us of our birthdays which we always forget?
How would we ever get through?
What would we do without you?
Segundo a santa dra. Liliana, só dói quando é verdade.
Depois de meia dúzia de garrafas de tinto, com mais garrafa e meia de grappa, uns tios Tebaldi bêbados e de dois ou três Nucci tendo fumado sabe Deus o que o povo fumava naquelas almoços de família dos anos 70, esse trem ficava impublicável. Não deixavam a gente falar palavrão nunca, e depois cantavam as versões mais assombrosas dessa canção de frente pro nhoque. Olha. Ser criança na casa da dona Cida Tebaldi era uma aventura.
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Um novo-velho amigo liga pra contar uma historinha. E a gente fica feliz porque foi uma historinha de um novo-velho amigo.
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E um velho-novo amigo escreve e-mail muito gentil.
* E Isabeau faz a gente chorar.
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É aquilo, a gente não deve viver pra elogio, mas tem uns que... pô.
Em primeiro lugar, eu diria que a Fal existe, e isso já é assombro suficiente. Você tá lá comendo seu macarrão tranquilamente, de repente olha pro lado e pimba, tá lá a Fal. Em segundo lugar, eu diria que a Fal não existe. Se é que você me entende. :-) Camila
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Quero dizer aqui, de público, que por trabalhar usando touquinha ou gorrinho, estou sofrendo búlingui em meu próprio lar. Muito triste a minha realidade.
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"Como podemos deter o processo de envelhevimento?", pergunta o médico-picareta na propaganda do pograma dele na tevê. "Morrendo", respondo eu para alegria de Maliu que ama minhas bobagens e ama quando eu falo com a tevê.
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E alguém mixplica que lance é esse de médicos dando entrevista e apresentando pogramas de televissão de avental ou pijama cirúrgico. Juro que não captei. Eles ficam menos médicos se usarem jeans e camisa, é isso? Quero ver todos os engenheiros dando entrevista com capacete de obra.
* Tevye: If I was a rich man... Golde: You'll be late for the Sabbath! Tevye: Knock on my door! Knock next time! ...did you see anything? Golde: No, Tevye, I didn't see you dancing and singing to the animals again. Tevye: Good.
(do Violinista no telhado, melhor coisa da vida)
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Comprar lençóis, essa arte perdida.
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Chego no RIo lá pelo dia 16 e L. M. prometeu.
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Então que semana passada jantei DUAS vezes co núcleo rico da novela e usei talheres na duas. E não babei. E não saiu coca-cola pelo meu nariz. Olha. Só orgulho.
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Luci, não posso falar nada, nada, sem entregar, mas tu já viu um filme que Antônio é um rico e tal e dai rola uma arma e tal e tal? Não posso falar duma coisiquita do filme sem ir comprometendo a trama, mas tu já viu? Olha que achei Antônio nosso número nesse filme, ele tá um senhor muito do distinto. Antônio é aquela belezura toda, né?
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De quando em vez você conhece um cara e pensa 'Meu Deus que bom que envelheci. Que bom que estou calejada e curtida, cheias de cicatrizes e vivi tanto'. Porque é possível reconhecer em cada palavra, no tom da voz, na risada, nas gracinhas, quando ele fala alto e quando ele fala bem baixinho, o potencial coração partido que resultaria dali, não você fosse tão velha, vivida, machucada e blablabá. Você arregala os olhos ao pensar "Esse homem, há dez anos, me faria sofrer". Acabo de dizer a uma amiga que não havia pensado nisso ainda, mas olha. Se envelhecer me fará não chorar mais no box, tou adorando.
O lançamento foi bonito, foi doce, gente conhecida, gente nova, velhos amores, piadas manjadas, um garotinho de óculos, livros velhos para novas assinaturas, velas em formato de joaninha, lagriminhas, suspirinhos, segredos inconfessáveis, seleçãããão groselha!, olhos azuis cercados de azul, sereias, ´posso ficar aqui cinco minutos?', água gelada, velhos amores, xadrez preto e branco, gorros com protetores, jaquetas vermelhas, anel de gatinho, bengalas do século XIX,abraços, canetas de papelão, orquídeas, bilhetes, mensagens na garrafa, chapéu, xale, cabelos castanhos, óculos de gatinho, torta de maçã, geleia de laranja.
Obrigada a quem foi, quem não foi mas pensou em nós, quem ligou, quem escreveu, quem não fez nada disso, mas eu sei.
Prólogo
Precisava comprar dois presentes de aniversário. Achei que o "Sonhei"
seria um bom presente (mas não li ainda, o meu só no lançamento) e fui
à Saraiva do Escada Shopping.
Cena 1
No caixa. A mocinha que registrava não se conteve: esse livro é muito
bom! Tenho um amigo que dá aula de interpretação de texto e quando ele
leu esse texto de abertura foi emocionante. (E eu: a autora é minha
amiga.)
Cena 2
No setor de embalagens. A embrulhadora de presentes comenta: "Sonhei
que a Neve Fervia", que título legal, gostei. (E eu: a autora é minha
amiga.)
Cena 3
Chega uma vendedora: a pessoa que vai ganhar o presente não é de
chorar muito não, né? Eu li o outro livro dela e é maravilhoso, super
emocionante. (E eu: a autora é minha amiga.)